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Terça-feira, 2 de Setembro de 2008

Rastreando satélites


A NASA disponibiliza um aplicativo em Java para que qualquer pessoa possa rastrear todos os satélites que estão em órbita da Terra, chamado J-Track 3D.

É extremamente interessante, porque além de ser possível visualizar a "nuvem" de satélites ao redor da Terra (se movimentando em tempo real!), você pode selecionar qualquer satélite específico e obter informações sobre a órbita dele, assim como outros dados relacionados.

Por exemplo, clicando no Brasilsat B4, você fica sabendo em uma janela pop-up que ele é um satélite brasileiro de comunicações, lançado por um foguete Ariane 44P, à partir da Base de Kourou, na Guiana Francesa, às 23:16h do dia 17/08/2000, etc.

Para acessar, entre neste LINK ou clique na imagem. Uma página da NASA abrirá, e em seguida uma janela menor trará o JTrack. À partir daí você escolhe no menu o que quer fazer (dar zoom, escolher satélites pela lista, etc) ou pode clicar direto nos satélites ao redor da Terra (você pode também clicar no planeta, e mudar a posição de observação).

Enfim, dê uma olhada. É interessante.

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4 Comentários:

Às 2 de Setembro de 2008 23:21 , Blogger Alexandre Brendim disse...

Fala sério!!

Olha a quantidade de satélites...

Acho que tem um para cada real que gastamos pro nosso amigo ir plantar feijão no espaço...

 
Às 3 de Setembro de 2008 10:45 , Blogger RogerZ disse...

Heheh.. adorei essa do "nosso amigo ir plantar feijão no espaço".

Sabe o que eu acho mais engraçado sobre esse "plantador de feijão"? Chamam ele de astronauta. Ora bolas, se o Brasil teve que pagar para mandá-lo brincar no epaço, ele é um turista espacial, como qualquer zilionário que pega carona em naves russas.

Mas falando nos satélites, é impressionante, né? É realmente uma nuvem...

Abraço, Alexandre!

 
Às 5 de Setembro de 2008 23:35 , Blogger Alexandre Brendim disse...

Inacreditável...Qual será a porcentagem que está operante e qual a de lixo?

 
Às 5 de Setembro de 2008 23:51 , Blogger RogerZ disse...

Alexandre,

Não sei dizer... mas uma montanha deles está inoperante. Veja o caso da série Iridium. Há dezenas deles, em órbitas baixas - e muitos nem chegaram a entrar em operação (a empresa Iridium quebrou antes de funcionar totalmente), mas permaneem como "tijolos" voadores...

Tem lixo para caramba em volta da gente...rs

 

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