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segunda-feira, 9 de março de 2009

Fotos do espaço, tiradas antes do Sputnik


Bem antes que o lançamento do satélite russo Sputnik desse início à corrida espacial, imagens da Terra feitas à partir do espaço começaram a ser feitas através de câmeras acopladas a foguetes V2 nazistas, capturados pelos aliados no final da Segunda Guerra Mundial.

Essas imagens acima, datadas de 1947, são panoramas montados à partir de fotos tiradas a cerca de 160km de altitude (clique para ampliar).

Antes dessas experiências com o envio de foguetes V2 a órbitas baixas (no programa de pesquisas chamado "Small Steps Program", ou "Pequenos Passos"), as imagens mais distantes da Terra eram as imagens captadas por balões, como o recordista de altitude anterior: o balão Explorer II, que fotografou a Terra a 22km de altitude em 1935.

Fonte: Nasa



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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Turbina vs. Pato


Tem medo de voar? Talvez isto acrescente mais uma pitada de preocupação na sua relação com os aviões...

Veja o que acontece quando uma ave é sugada por uma turbina.

É claro que a chance de acontecer isso é estatisticamente pequena, e se acontecer sempre há pelo menos mais uma turbina no avião (e a vasta maioria dos aviões consegue voar com apenas uma turbina funcionando) - mas sempre temos que contar com a Lei de Murphy... vide aquele acidente no qual um avião pousou em um rio em Nova York, semanas atrás (pássaros foram sugados pelas DUAS turbinas).


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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A caminhada espacial chinesa foi uma farsa?

Como sempre, teorias de conspiração aparecem sempre que algo novo é feito... e no caso deste vídeo o alvo é a caminhada espacial chinesa, do final do ano passado.

Segundo essa teoria, o passeio dos astronautas fora da nave espacial foi forjado - eles estariam dentro de uma piscina, e não no espaço.

Eu realmente não acredito nessa hipótese, mas decida por você: dê uma olhada.



Via presurfer


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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Dois foguetes e um satélite reentrarão na atmosfera nesta semana


Nesta semana alguns objetos que estão atualmente em órbita reentrarão na atmosfera - e deverão causar as conhecidas "bolas de fogo" provocadas por superaquecimento aerodinâmico.

Os três objetos que estão vindo são:

Foguete Centaur
Designação: 2008 016B - Missão ICO G1
Lançado em 14/04/2008 às 20:12 UTC nos Estados Unidos - Cape Canaveral AFS (LC-41).
Reentrada prevista: 03 de fevereiro de 2009 às 04:27 (horário de Brasília).

Foguete Delta III (segundo estágio)
Designação: 2000 048B - Missão DM-F3
Lançado em 23/008/2000 às 11:05 UTC nos Estados Unidos - Cape Canaveral AFS (LC-17B).
Reentrada prevista: 04 de fevereiro de 2009 às 06:29 (horário de Brasília).

Satélite Molniya 3-46
Designação: 1994 051A
Lançado em 23/08/94 às 14:30 UTC na antiga URSS - Cosmódromo Plesetsk (LC43/4).
Reentrada prevista: 06 de fevereiro de 2009 às 17:35 (horário de Brasília).
UPDATE: Reentrada prevista: 11 de fevereiro de 2009 às 15:35 (horário de Brasília).

Os horários previstos para as reentradas são aproximados, e comportam variações substanciais (até 11 horas para mais ou para menos) - e isso faz com que os pontos de reentrada também sejam ligeiramente difíceis de prever. De qualquer forma, se você chegar a avistar algum, por favor compartilhe a informação...



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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Seres vivos podem estar gerando metano em Marte


Ontem (15 de janeiro) foi anunciada a confirmação da existência dos gás metano em Marte. Existem duas causas possíveis para a presença desse gás na atmosfera marciana: atividade geológica ou atividade biológica.


Uma equipe de pesquisadores da NASA e de cientistas de universidades encontrou metano na atmosfera marciana ao observarem o planeta ao longo de vários anos através do Telescópio Keck. A equipe utilizou espectrômetros nos telescópios para separar a luz refletida em Marte em suas cores componentes, como um prisma separa a luz branca em um arco-íris, e assim conseguiu detectar as três características espectrais (chamadas de linhas de absorção), que juntas são uma assinatura definitiva do metano.

"O metano é rapidamente destruído na atmosfera marciana, e a nossa descoberta de nuvens de metano no hemisfério norte de Marte em 2003 indica que algum processo em curso esteja liberando o gás ", segundo Michael Mumma, um dos principais pesquisadores envolvidos.

O metano - quatro átomos de hidrogênio ligados a um átomo de carbono - é o principal
componente do gás natural na Terra. Astrobiólogos estão interessados nesses dados porque grande parte dos organismos da Terra libera metano ao digerir nutrientes. A oxidação do ferro também libera metano, contudo.

"No momento não temos informações suficientes para dizer se a biologia ou a geologia - ou ambos - estão produzindo o metano em Marte", continua o pesquisador, "mas isso nos diz que o planeta está vivo, pelo menos em no sentido geológico. É como se Marte estivesse nos desafiando, dizendo: "ei, descubra o que isso significa."

Se vida microscópica estiver produzindo o metano em Marte, é provável que ela esteja muito abaixo da superfície, onde é quente o suficiente para água líquida existir.

"Na Terra, microorganismos prosperam entre 2 e 3 km abaixo da Bacia de Witwatersrand na África do Sul, onde radioatividade natural quebra moléculas de água em hidrogênio e oxigênio molecular. Os organismos usam o hidrogênio para a energia. Pode ser
possível a sobrevivência de organismos semelhantes abaixo da camada do solo congelado de Marte (permafrost), onde a água é líquida, a radiação natural fornece a energia e o dióxido de carbono fornece o carbono necessário."

Também é possível que um processo geológico marciano tenha produzido o metano. Na Terra, a oxidação do ferro gera metano, e em Marte esse processo poderia estar ocorrendo ao utilizar água, dióxido de carbono e o calor interno do planeta. Embora não haja evidências de vulcanismo em Marte atualmente, antigos depósitos de metano podem estar sendo liberados agora.

Novos estudos e novas missões a Marte, como o Laboratório Mars Express, serão necessários para elucidar esse quebra-cabeças... Mas uma coisa é certa: Marte não está tão morto como todos pensavam.

Fonte: NASA

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Bell/Boeing Quad TiltRotor


A Bell/Boeing surgiu com esse novo conceito de aeronave com asas rotativas, que remete ao V-22 Osprey, mas com quatro rotores e sensivelmente maior (o projeto prevê capacidade de carga semelhante ao do Hercules C-130): o Bell/Boeing Quad TiltRotor.

Na animação abaixo, preparada pela fábrica, há a demonstração do conceito de emprego dessa aeronave de pousos e decolagens verticais (e é interessante ver que eles consideram também a utilização pela aviação civil: em 7:43 aparece a versão da American Airlines da imagem acima).



Via the dew line


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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Snoopy e o espaço

Talvez você não saiba, mas existe uma conexão antiga entre o cachorro Snoopy e o programa espacial americano:

Em 1968 a NASA escolheu o cachorro desenhado por Charles M. Schulz como um ícone que "enfatiza o sucesso da missão e age como um vigia para a segurança de vôo". No mesmo ano a agência criou o "Silver Snoopy Award" (Prêmio Snoopy de Prata), que é até hoje considerado como um dos maiores símbolos de reconhecimento oferecidos às pessoas que tenham contribuído de forma significativa para o sucesso das missões espaciais.

Menos de 1% dos colaboradores da NASA recebem esse prêmio anualmente, que consiste em um broche de prata em formato de Snoopy (o broche é levado para o espaço, antes de ser entregue ao ganhador) e também um certificado de papel - mas essa parte é menos interessante...

Além disso, em Maio de 1969, Snoopy realmente foi ao espaço: a nave Apolo 10 orbitou a Lua fazendo os últimos testes antes da histórica missão seguinte - a Apolo 11 - e tendo em vista que um dos objetivos da Apolo 10 era "farejar" uma zona de pouso para a próxima missão, a NASA batizou o módulo lunar da Apolo 10 de "Snoopy", e o módulo de comando dela como "Charlie Brown".

Para o vôo da Apolo 10, os astronautas levaram ao espaço desenhos de Snoopy e Charlie Brown, que foram usados para calibrar as cores das câmeras que foram utilizadas para as primeiras transmissões ao vivo e em cores do espaço.

Abaixo, um registro fotográfico da ligação entre o cachorro e a Apolo 10: o astronauta Thomas Stafford passando a mão no focinho de um Snoopy de pelúcia à caminho da plataforma de lançamento da Apolo 10 (os outros dois membros da tripulação, Gene Cernan e John Young estão atrás dele).



Via NASA



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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Queimando pneus (e rodas e tudo mais)

Impressionante a perícia do piloto desse avião. Veja que as rodas dianteiras ficaram travadas na posição errada, e não poderiam rodar normalmente.

Um piloto menos habilidoso (e com menos sorte) poderia ter quebrado o trem de pouso dianteiro, fazendo com que o avião pousasse de nariz.

Como ele evitou um acidente grave? Segurando o nariz do avião elevado, mantendo o peso da aeronave principalmente nas rodas traseiras até o último instante (e mesmo assim veja como ficaram gastas as rodas dianteiras, no final do vídeo).





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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Ursos no espaço



Estranho mas verdadeiro: quatro ursos de pelúcia foram enviados a um vôo suborbital no dia 01/12.


Os ursinhos foram embarcados em um balão de hélio, que os levou a 30.085 metros de altitude.

Cada urso foi vestido com um "traje espacial" desenhado por estudantes de 11 a 13 anos, e um dos objetivos da "missão" era analisar quais os materiais confeririam maior proteção contra a temperatura de -53 graus centígrados à qual os ursos foram submetidos durante o vôo.



O envio dos bonecos ao limite do espaço foi um esforço de uma organização de estudantes da Universidade de Cambridge (Inglaterra) para popularizar a ciência entre jovens.

O balão foi equipado com várias câmeras fotográficas e de vídeo (várias imagens estão neste LINK), um computador de vôo, GPS e rádio. Após 2 horas e nove minutos de vôo os ursos voltaram à Terra sãos e salvos usando pára-quedas.



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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Fotos do meteoro canadense

Fragmentos do meteoro que caiu no Canadá no dia 20 de novembro (sobre o qual falamos) começaram a ser encontrados sobre a planície gelada da região de Alberta, no Canadá.

Pesquisadores da Universidade de Calgary encontraram uma área que contém vários pedaços do meteorito, que fica próxima à divisa entre as regiões de Alberta e Saskatchewan.

Os fragmentos encontrados são todos pequenos - nenhum pedaço grande foi encontrado ainda.



Fonte cbc.ca



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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Imagens da Estação Espacial Internacional


Para comemorar os 10 anos da Estação Espacial Internacional, o Big Picture do Boston Globe montou uma ótima galeria de fotos (32 no total), mostrando momentos marcantes dessa década de operação.

Acesse neste LINK. Vale a pena...


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terça-feira, 25 de novembro de 2008

Asas de anjo (flares)


Nada a ver com papo new age... Asas de anjo são as formações de fumaça resultantes do lançamento de alvos falsos por aeronaves militares, para escapar do ataque de mísseis.

Esses alvos falsos (flares) são ejetados pela aeronave que procura escapar ao ataque e queimam logo após o lançamento, criando uma vasta quantidade de fontes de calor que atraem os sensores de leitura de mísseis guiados por infra-vermelho, fazendo com que eles explodam esses alvos ao invés de procurar os motores da aeronave em questão (que são a fonte de calor que o míssil busca originalmente).

A formação das asas de anjo se dá pela fumaça resultante da queima dos flares (que usualmente são compostos de magnésio que queimam a milhares de graus), que adquire a aparência de asa por causa do fluxo de ar gerado pelas hélices ou turbinas da aeronave lançadora.

Veja um vídeo do lançamento de flares e várias outras fotos na continuação.

















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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Aurora boreal

Aurora boreal, vista do espaço (em movimento!).

Esse vídeo foi produzido pelo astronauta Don Petit à partir de imagens estáticas, tiradas a bordo da Estação Espacial Internacional.





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As 50 melhores fotografias da NASA


Galeria com as 50 melhores imagens da NASA, compilada pela Air & Space Magazine do Smithsonian Institution.

Todas as imagens são acompanhadas por um pequeno texto explicativo.

Se você gosta desse tema, é imperdível. Para acessar, use este LINK.



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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Cidades à noite, vistas do espaço


Parecem constelações com milhares de estrelas, mas estão bem perto de nós: são luzes de cidades. Essas imagens foram feitas à partir da Estação Espacial Internacional pelo astronauta Donald Pettit.

A imagem acima é da área metropolitana de São Paulo. Abaixo, por linha: região Sul da California e Las Vegas; Chicago e Tóquio; El Paso (Texas) e Montreal (Canadá).

Clique em qualquer imagem para ampliar.






Fonte: dailymail

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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Ilustrações espaciais


Coleção de ilustrações antigas - ou recentes, mas com visual do início do século XX - na temática das viagens espaciais. É interessante ver a visão otimista da época, de que o universo estava nas nossas mãos, pronto para ser explorado por qualquer pessoa (aliás, por famílias inteiras).

Para ver essa bela coleção, use este LINK.




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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

O Intrepid reabre amanhã



O U.S.S. Intrepid é um porta-aviões histórico: foi fabricado em 1943, participou da Segunda Guerra Mundial, do conflito da Coréia, da Guerra do Vietnã e também ajudou a NASA a recuperar as naves que voltavam à Terra pousando no mar.

Desde 1982 ele está em NY servindo como museu - o Intrepid Sea, Air & Space Museum. Nos últimos dois anos ele esteve fechado para reformas (que custaram 120 milhões de dólares...) e amanhã, dia 08 de novembro, ele reabre completamente renovado.

Ele fica ancorado no West Side de NY, no Pier 86. Se você pretende ir à NY um dia desses, não deixe de conhecer o Intrepid. Recomendo fortemente: é um dos passeios mais legais da cidade.



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A pista de pouso mais difícil do mundo


Em Tegucigalpa (Honduras), a pista 02 do Aeroporto Internacional de Toncontin tem uma das piores e mais perigosas aproximações para pouso que existem.

Primeiro porque a pista é curta (1863m), e sobretudo porque o aeroporto é cercado por montanhas - e os aviões são forçados a se aproximar pelo lado do aeroporto (ao invés de alinhados à pista), o que obriga os pilotos a fazerem uma curva acentuada poucos metros antes do toque com o solo (veja o ângulo de aproximação na foto abaixo).



Essa curva acentuada logo antes do pouso faz com que os pilotos tenham muito pouco tempo para nivelar, o que aumenta significativamente o risco de acidentes. Para você ter uma idéia do labirinto que é a chegada de um avião ao aeroporto de Toncontin, veja o vídeo abaixo.



Nesse vídeo, você tem a perspectiva de pouso vista de dentro da cabine. A quantidade de curvas que o avião tem que fazer é enorme. Outra coisa interessante é notar que o avião usa TODA a pista para pousar, sem sobra alguma. No fim desse vídeo um dos pilotos reclama do pouso (em inglês, mas o que dizem é "isso não é engraçado... eu não gosto desta").



Via cheap flights finder


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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Peixe voador de controle remoto




Esse bonito "peixe voador" foi apresentado na 7a Convenção Internacional de Aeronaves 2008 (7th International Airship Convention 2008), na Alemanha.

Chamado de Fin-Fish, ele foi desenvolvido e operado por um dos times participantes da Airship Regatta (um dos eventos da convenção), chamado LaChLuVe Team.



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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Fat Albert - o Hercules que decola com foguetes



Fat Albert é o nome dado ao C-130 Hercules do grupo de demonstração aérea Blue Angels, da Marinha dos Estados Unidos.

Como todos os Hercules ele é movido a hélice (4 turbo-propulsores), mas ele tem a capacidade de receber 8 foguetes, que o ajudam a decolar rápido e usando pouca pista. Esses foguetes (que usam combustível sólido e têm o tamanho de um extintor de incêndio) são presos ao avião, 4 de cada lado, e após serem utilizados são descartados. A utilização desses foguetes para melhorar a performance na decolagem recebe o nome de JATO (Jet Assisted Take-Off - ou Decolagem Auxiliada por Jato).

Os vídeos abaixo mostram decolagens e testes da utilização desses foguetes. Na continuação do post tem mais 3 vídeos.














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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Como torrar 1.4 bilhão de dólares




É fácil: é só destruir um avião como esse das fotos, o bombardeiro B2 Spirit.

Essas imagens foram capturadas quando um deles caiu em fevereiro de 2008 na Ilha de Guam. A investigação do acidente demonstrou que umidade entrou nos computadores de vôo, que fizeram com que o nariz do avião apontasse para cima durante a decolagem - o que reduziu a velocidade e fez com que a aeronave perdesse o controle e caísse.

Ambos pilotos conseguiram ejetar em segurança. O vídeo abaixo mostra o acidente (a queda começa em 1 minuto e 55 segundos de vídeo).





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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Indo para o espaço, em pé


Não é exatamente uma idéia que inspira muita confiança, mas uma empresa dinamarquesa chamada Copenhagen Suborbitals está desenvolvendo micro-foguetes para lançar pessoas ao espaço - uma de cada vez, em pé (!) e olhando para fora o tempo todo, através do domo transparente (de plexiglass) do foguete.

Neste momento existem dois foguetes em desenvolvimento: um menor, não-tripulado (chamado HATV, de Veículo Híbrido de Teste Atmosférico), para sondagem, e outro maior, desenhado para levar as pequenas espaçonaves individuais a vôos sub-orbitais (designado HEAT, de Transportador Híbrido Exo-Atmosférico).

Eu não sei... mas a perspectiva de ser amarrado sozinho, em pé, a uma micro-nave com uma "tampa" de plástico e ser jogado ao espaço a velocidades supersônicas não parece muito convidativa. Alguém se habilita?

Via boingboing





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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Voando baixo

Vídeo impressionante de um SR-71 Blackbird fazendo uma passagem baixa, antes de uma bonita guinada à direita. E na sequência do post, outro vídeo mostrando também a decolagem e o pouso.







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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Péssima idéia: pousar um Harrier em colchões



O Harrier é um avião com capacidade de pouso e decolagem vertical, utilizado pelas Forças Aéreas e Marinhas de vários países.

O que fazer quando o trem de aterrissagem de um avião desses não abre? Já que ele pode pousar como um helicóptero, alguém teve a idéia de fazê-lo descer sobre uma pilha de colchões, para amortecer o pouso e não danificar a estrutura.

Veja o que acontece...

A turbina sugou os colchões, causando mais danos do que se o pouso fosse direto no concreto.





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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Comparação entre o F-22 Raptor e o F-35 Lightning II



Para os entusiastas da aviação (ou seja, quase todo mundo...): o lobby contra o desvio de verbas do programa F-22 para o desenvolvimento do F-35 (que é muito mais caro e ainda não está em fase operacional) ganhou mais um elemento hoje - um relatório mostrando a superioridade do Raptor sobre o Lightning II.

Esse relatório foi preparado pela Air Force Association, que é o mais poderoso grupo de lobby por trás da Força Aérea Americana, e mostra ampla preferência pela aquisição de mais F-22 ao invés de desenvolver o F-35.

Você pode acessar o relatório clicando na imagem abaixo (e há ótimos vídeos das duas aeronaves na continuação deste post).










Via flight global.

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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Quer dar uma volta em um caça?


É só dar um nome a esse avião da foto, e voilà - você pode dar uma voltinha. E ainda vai para a Itália com tudo pago...

Entre 20/10 e 23/11 a Alenia Aermacchi vai realizar um concurso para dar um nome ao caça M-346, que ela produz e que foi lançado recentemente - e a pessoa que enviar a sugestão de nome que for escolhida vai voar nele.

Para participar, entre neste LINK, preencha os dados e coloque a sua sugestão - mas só à partir do dia 20 de outubro. Então, vá pensando... eu já sei o que vou sugerir.

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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

A primeira imagem feita pelo satélite do Google



Lembra do satélite do Google? O satélite GeoEye-1 foi lançado em 06 de setembro (foto do lançamento, abaixo) e acaba de enviar a sua primeira imagem (clique para ver a imagem em alta definição).

Quer dizer, "dizem" que é a primeira imagem... afinal esse satélite é operado pela Agência de Inteligência Geoespacial do Departamento de Defesa dos EUA - e esses caras não têm o costume de contar tudo o que fazem.






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quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Avião de papel será lançado da Estação Espacial


A Agência Espacial Japonesa (JAXA) recebeu uma "frota" de 9 aviões de papel que deverão ser lançados da Estação Espacial Internacional para a Terra. Os origamis têm formato híbrido entre um avião de papel e uma espécie de ônibus espacial, e têm 38cm de comprimento por 22cm de largura.


Eles foram "construídos" por uma empresa de maquinário de precisão, chamada Castem, que utilizou papel de fibra de cana-de-açúcar, tratado quimicamente para resistir ao calor e à água.

Esse "origami de ônibus espacial" foi desenvolvido pela JAXA e pela Universidade de Tóquio, e já foi testado em um túnel de vento: ele sobreviveu a incríveis ventos de 8.600km/h (ou Mach 7) e à temperatura de 200 graus Celsius. Incrível, hein?

Se tudo der certo, os 9 origamis serão levados à Estação Espacial Internacional em Fevereiro de 2009, e serão lançados ao espaço por um astronauta japonês que estará na ISS.


Estima-se que esses aviões levarão dois dias para completar a viagem de 400km da Estação Espacial até a superfície da Terra. Neles há mensagens em 10 idiomas que identificam os aviões, explicam que vieram do espaço e solicitam a quem os encontre que avise a Agência Espacial Japonesa.


Maneiro, hein? E mais maneiro ainda vai ser leiloar um desses no ebay por uma nota preta (para quem tiver a sorte de achar...).

Via pinktentacle.

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Telescópios líquidos na Lua



Uma equipe internacional de astrônomos pode ter encontrado uma forma de construir telescópios "incrivelmente grandes" na superfície da Lua.

A idéia é utilizar telescópios líquidos: qualquer líquido contido em um recipiente giratório e raso assume naturalmente uma forma parabólica - que é a forma que um espelho de telescópio convencional precisa ter para focalizar a luz das estrelas. Ou seja, um telescópio com espelho líquido é simples e barato, e em um ambiente com baixa gravidade, como na Lua, ele pode ser extremamente grande.

Entre os telescópios com espelhos líquidos já construídos, a maior parte usa mercúrio, pois o mercúrio permanece líquido à temperatura ambiente e reflete cerca de 75% da luz que chega até ele. O maior telescópio desse tipo é o "Large Zenith Telescope", da University of British Columbia (Canadá), que tem diâmetro de 6 metros (foto abaixo). Por utilizar um espelho líquido, ele foi extremamente barato de construir - e essa economia acendeu a comunidade de astrônomos a pensar na possibilidade de construir outro, bem maior, na Lua.


Todavia, utilizar mercúrio na Lua está fora de questão: é muito denso e pesado para ser levado ao espaço, e evaporaria rapidamente se exposto ao vácuo. Por isso os pesquisadores estão analisando outras opções, entre elas uma classe de compostos orgânicos conhecida como líquidos iônicos - que são, basicamente, sais amolecidos. O líquido iônico não evapora, e permanece líquido a temperaturas extremamente baixas.

Telescópios líquidos apontam sempre para a mesma direção, pois não podem ser fisicamente inclinados (ou o líquido derrama...), e isso significa que a construção se torna extremamente simples. Como um telescópio desse tipo consiste basicamente de um reservatório para o líquido, um motor e um eixo ligando as duas coisas, ele é simples e fácil de construir - e por isso a idéia de fazer um de tamanho grande na Lua, com cerca de 100 metros de diâmetro (maior que um campo de futebol).

Um telescópio desse tamanho poderia visualizar a primeira geração de estrelas, formadas quando o universo era muito jovem - com cerca de meio bilhão de anos - o que hoje não é possível de se fazer com os telescópios disponíveis.

Fonte: nasa

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terça-feira, 7 de outubro de 2008

Fotos inéditas de Mercúrio


Ontem (06 de outubro) a nave Messenger sobrevoou o planeta Mercúrio a apenas 200km distância da superfície, e imediatamente começou a transmitir imagens em alta resolução que foram captadas pelas suas câmeras.

Essa imagem acima mostra a região da Cratera de Kuiper (no centro da imagem), que já havia sio fotografada pela sonda Mariner 10, da década de 1970 - mas tudo que está à direita de Kuiper é novo: nunca havia sido fotografado antes.

A imagem acima foi a primeira a chegar à Terra, e as duas que vieram na sequência estão a seguir.




Via nasa.

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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Primeiras fotos da reentrada do Jules Verne




O Jules Verne era um cargueiro espacial automatizado (ATV - Automated Transfer Vehicle) que foi destruído em uma reentrada controlada na atmosfera, ao fim de sua vida útil de 6 meses. Veja a sequência de imagens do fim da Jules Verne em seguida.


Ele havia sido lançado ao espaço em 9 de março de 2008, à partir da Espaçoporto Europeu da Guiana Francesa, para levar mantimentos e servir como "rebocador" à Estação Espacial Internacional.

Nos seis meses de vida útil da Jules Verne, além de entregar (automaticamente) 6 toneladas de carga à ISS (incluindo combustível, água, oxigênio, comida e roupas) ele demonstrou os outros aspectos de sua importância: em quatro ocasiões ele empurrou a Estação Espacial a órbitas mais elevadas (para evitar o arrasto atmosférico), além de ter manobrado a ISS para evitar a colisão dela com lixo espacial. E, por fim, se auto-dirigiu à destruição carregando 2½ toneladas de lixo produzido pela ISS.

Ontem (29/09) a Jules Verne reentrou na atmosfera a uma altitude de 120km. Quando atingiu 75km de altitude se desintegrou, e os fragmentos que não foram desintegrados na reentrada caíram sobre uma área desabitada do Oceano Pacífico.







Via ESA.

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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Space X: Falcon 1 foi lançado (finalmente)

O foguete Falcon 1, da Space Exploration Technologies, finalmente conseguiu decolar (essa foi a quarta tentativa).

Após as explosões e erros que destruíram as versões anteriores, o Falcon 1 finalmente chegou ao espaço, dando continuidade ao sonho de um programa espacial 100% privado.

Com o sucesso do lançamento de ontem já programaram o próximo lançamento, que levará o satélite RazakSat (da Malásia) ao espaço. Caso esse próximo lançamento também seja um sucesso, uma versão maior do foguete será lançada em 2009 (o Falcon 9).

O vídeo abaixo mostra desde o lançamento até a entrada em órbita (com a ejeção do primeiro estágio e tudo mais...). Tem quase 10 minutos, mas vale a pena. Ao fundo, você escuta expressões de felicidade da equipe da Space X, que acompanhou o lançamento ao vivo.



Via gizmodo.br



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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Cosmódromo de Baikonur: imagens fantásticas



O Cosmódromo de Baikonur fica no Casaquistão, e é a principal base de lançamento de foguetes russos. Desse cosmódromo partiram missões espaciais históricas, como o lançamento do Sputnik e o vôo orbital de Yuri Gagarin.

Clique na imagem acima para acessar uma galeria belíssima de imagens de Baikonur, preparada pelo excepcional "The Big Picture".



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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Shenzhou 7: a China no espaço


A terceira missão espacial tripulada da China será lançada nesta quinta-feira, dia 25/9, às 10:10h (horário de Brasília).

A missão Shenzhou 7 é a mais ambiciosa investida chinesa no caminho de sua consolidação como potência espacial: pela primeira vez levará ao espaço uma tripulação completa de três astronautas, um dos quais fará a primeira "caminhada espacial" do programa espacial chinês.



A "caminhada espacial", ou atividade extra-veicular (EVA, de Extra-Vehicular Activity) ajudará os chineses da dominar algumas das técnicas necessárias à construção de uma futura estação espacial chinesa (já existem planos nesse sentido). Essa EVA será executada pelo astronauta-líder, Zhai Zhigang, e deverá durar cerca de 40 minutos.

O foguete CZ-2F Long March (também chamado "Shenjian") impulsionará a nave Shenzhou, levando os astronautas Liu Boming e Jing Haipeng, além ao líder Zhigang, ao espaço.

Esse foguete, fabricado pela CALT (China Academy of Launch Vehicle Technology) tem 2 estágios, 62 metros de altura, peso de 464 toneladas e capacidade de carga de 8.600kg, e teve seu vôo inaugural em 19.11.1999, quando lançou ao espaço a nave Shenzhou 1.


O lançamento será à partir do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan (imagem interna do Centro, abaixo), que fica a 1.600km de Beijing, no meio do deserto de Gobi.


O mesmo modelo de foguete foi utilizado nos dois vôos tripulados anteriores, em 15 de outubro de 2003 (Shenzhou 5) e em 12 de outubro de 2005 (Shenzhou 6).

A missão Shenzhou 7 é especialmente notória porque:

1- será a primeira missão espacial chinesa a levar três astronautas ao espaço ao mesmo tempo;

2- será a primeira oportunidade real de testar as roupas espaciais chinesas (para a EVA), que foram desenvolvidas especialmente para a missão Shenzhou 7, chamadas Feitian, provavelmente desenvolvidas à partir dos trajes espaciais Orlan (imagens abaixo), cujos conectores são compatíveis com os equipamentos chineses;


3- pela primeira vez será utilizado um pequeno satélite de monitoramento, lançado manualmente, que fornecerá imagens em 3D da nave e do astronauta em EVA;

4- como já falamos acima, a missão Shenzhou 7 terá a primeira atividade extra-veicular espacial protagonizada por um astronauta chinês: dois dos astronautas entrarão no módulo orbital da nave, e um deles sairá para o exterior, onde praticará tarefas de construção/manutenção, como apertar parafusos, etc. O segundo astronauta fica apenas observando, totalmente equipado (mas dentro do módulo orbital), apenas para o caso de alguma emergência acontecer com o astronauta do lado de fora;

5- não poderia faltar alguma bizarrice... Segundo uma norma política chinesa, em qualquer lugar em que haja pelo menos 3 membros do Partido Comunista Chinês, pode-se instalar uma "filial" do Partido - e na nave estarão três astronautas comunistas... daí, uma coisa leva a outra, e eles pretendem estabelecer a primeira filial extraterrestre do PC chinês.

A missão está prevista para durar três dias - o pouso na Terra deverá ocorrer em 28 de setembro, às 06:00h (horário de Brasília).



Via cnn, xinhua,

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Veja mais aqui...

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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Reabastecimento em vôo

Veja imagens muito boas de reabastecimento de aeronaves em vôo.

Raptor F-22.



Thunderbolt A-10



Spirit B2



Lancer B1



Eagle F-15



Nighthawk F-117



Falcon F-16



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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Furacões vistos do espaço




Imagens fenomenais de furacões observados de cima, em imagens captadas por satélites e astronautas.

Clique para ampliar. Estas três imagens fazem parte de um conjunto de maior, que você encontra neste LINK.

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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Queda de um F16 filmada de dentro da cabine



Logo após a decolagem desse F16 a turbina suga um pássaro, e ele perde propulsão (preste atenção no começo do vídeo e veja o pássaro chegando).

Com a turbina destruída pelo pássaro eles não conseguem manter o avião voando, e tentam retornar ao campo de pouso. Interessante ver que apesar da respiração ofegante, o piloto (que nesse vôo estava com um instrutor sentado no assento traseiro) consegue manter a calma e levar o avião até uma área desabitada, quando então ambos ejetam.

Logo após o impacto com o pássaro você pode ouvir a frase "D-6 NL" sendo repetida, que significa que não há RPM no motor. Eles tentam religar duas vezes, mas não conseguem. Apesar de estar muito claro, no display você pode acompanhar a diminuição da velocidade do caça (na parte superior esquerda).

Quando o avião perde sustentação você escuta um deles repetindo "eject, eject", e eles deixam o avião. Aparentemente a torre de controle não entendeu, e na última frase da torre antes do impacto (mandando eles virarem para o norte) eles já não estavam no caça.

E neste próximo vídeo você pode ver imagens externas de um outro incidente semelhante. O momento em que o pássaro entra na turbina é aquele em que as chamas aparecem...




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terça-feira, 2 de setembro de 2008

Vôo em balão (interativo)


Já teve curiosidade de voar de balão?

Veja esse interessante panorama interativo de um vôo de balão sobre a Alemanha.

Clique na imagem para abrir (em outra janela).

Você controla os 360 graus de visão com o mouse. Para dar e tirar zoom, use as teclas 'shift' e 'control'.

Ah, e depois dê uma olhada nesse outro panorama, abaixo. Mostra a visão que se tem de dentro de uma garrafa de água. Só de curiosidade...

Clique para abrir (em outra janela também).


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Helicópteros que aprendem sozinhos

Pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveram um sistema de inteligência artificial que permite que helicópteros robotizados aprendam a fazer manobras de vôo apenas assistindo outros helicópteros demonstrando essas manobras.

O sistema de inteligência artificial usado nesses helicópteros "aprendeu" a voar e fazer manobras à partir da observação de um helicóptero de controle remoto pilotado por um expert. À partir do momento em que eles aprendem, eles desenvolvem suas próprias manobras.

A utilidade prática dessa técnica poderá ser a utilização de helicópteros autônomos para busca de minas terrestres, ou para monitoração de incêndios florestais, por exemplo.

Na foto acima você vê os helicópteros utilizados e a equipe de pesquisadores de Stanford.

Via stanford news service.

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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Simulador de vôo - Electric 3D


A Electric Oyster é uma empresa de design interativo que criou esse simples e extremamente interessante simulador de vôo 3D sobre a Antártida.

Esse simulador serve para demonstrar o Electric 3D, que cria vastas paisagens exteriores em flash, com alta resolução e mantendo o framerate alto.

Para acessar o simulador, clique na imagem (e depois você controla o vôo com o mouse, ok?).

Para ir direto para a página da Electric Oyster, use este LINK.

Via presurfer.

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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Quebrando a barreira do som

Dois vídeos mostrando caças Tomcat F14 quebrando a barreira do som.

Veja que imagens interessantes aparecem quando as ondas de pressão começam, no momento em que a velocidade do som é superada...





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terça-feira, 26 de agosto de 2008

NASA estaria escondendo a vida em Marte?


Um proeminente astrobiólogo afirmou nesta semana que a NASA tem evidências de vida microbiana contemporânea em Marte, e que a divulgação dessa notícia foi freada por motivos políticos.

Em notícias circulando na Ásia - mas largamente ignoradas no Ocidente - Chandra Wickramasinghe, um respeitado astrobiólogo da Universidade de Cardiff, que também é um defensor da Teoria da Panspermia (segundo a qual elementos essenciais ao desenvolvimento da vida estariam presentes em várias partes do Universo, e que a Terra poderia ter desenvolvido vida ao receber esses elementos vindos do espaço), disse:

"A descoberta de água líquida em Marte, combinada com a descoberta anterior de substâncias orgânicas em um meteorito que veio do Planeta Vermelho, além da descoberta de gás metano na atmosfera marciana - tudo aponta para a existência de vida (contemporânea) - em Marte."

Wickramasinghe, que acredita que a primeira prova de vida microbiana em Marte foi obtida pela sonda Viking em 1976, atribui o segredo com que a NASA trata a questão da vida em Marte a "considerações políticas e sociológicas" que nada têm a ver com ciência: se a NASA admitir que já sabe (e já sabia) da existência da vida em Marte, não haveria mais necessidade de gastar as elevadas somas de dinheiro envolvidas nas missões a Marte - além disso, ao admitir que há vida, a recuperação de amostras de micróbios colhidos em Marte poderia ser impedida por temores de que algum vírus mortal possa ser trazido à Terra.

Eu concordo que a NASA pode esconder - e eventualmente esconde - informações. Mas nessa época de corte de despesas eu acho que o anúncio de vida em Marte seria a maior e mais legítima desculpa para que eles conseguissem verbas gigantescas.

Ou seja, independentemente de saberem ou não sobre a existência de vida microbiana em Marte, acho pouco crível que eles deixem de divulgar a notícia pelos motivos alegados por esse cientista.

E você, o que acha?

Via estimate of the situation, ndtv.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Avião inflável



Essas imagens mostram um avião inflável da década de 1950 (clique para ampliar).

Esse avião foi criado para ser um "avião de fuga": se um soldado (ou espião) estivesse preso em terreno inimigo, os americanos poderiam lançar um desses (que, dobrado, era como um pacote grande) em algum campo ou clareira.

Depois de montado, o soldado ou espião poderia decolar usando alguma estrada ou mesmo um rio ou lago (havia a versão anfíbia) e fugir até alguma área mais segura.

O avião, que foi desenvolvido pela Goodyear, não foi produzido em massa por questões políticas.

Via gizmodo.

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747 atingido por um raio



Esse 747 foi atingido por um raio logo após a decolagem. Dá para ver perfeitamente o impacto e a bola esverdeada que o raio causou.

Como já dissemos neste Post anterior, não acontece nada ao avião (nem aos passageiros) em casos assim.



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sexta-feira, 15 de agosto de 2008

O que acontece quando um raio atinge um avião?

Não acontece nada... Veja o filme abaixo.



A estrutura metálica do avião recebe a carga elétrica e a distribui de forma homogênea. Essa carga elétrica não penetra na estrutura, da mesma forma que não penetra em uma Gaiola de Faraday.



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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Recorde de velocidade em vôo (de helicóptero) entre Londres e NY


No dia 12 de agosto foi quebrado o recorde de velocidade de vôo entre Londres e New York em um helicóptero. Esse vôo de 6.380km levou 40 horas e 41 minutos.

O equipamento utilizado pelos pilotos Scott Kasprowicz e Steve Sheik é um helicóptero AgustaWestland A109 Grand original de fábrica, equipado com motores Pratt & Whitney PW207 de baixo consumo de combustível (clique na foto para ampliar).

Esse recorde foi quebrado na primeira parte da viagem de volta ao mundo que a dupla de pilotos está fazendo, e a intenção é de quebrar também o recorde de velocidade para a volta completa ao mundo em um helicóptero.

Essa expedição, que foi batizada "The Grand Adventure 2008", pretende completar a volta no globo em 14 dias (o recorde atual é de 17). Eles planejam visitar 18 países, fazendo 78 paradas de reabastecimento.

No site da expedição (LINK) há um mapa para acompanhar a localização do helicóptero, além de mais dados e imagens.

Via flightglobal.

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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Pouso do Airbus A380


Abaixo, um vídeo mostrando o pouso de um A380 (igual ao da foto acima). O A380 tem uma câmera de vídeo instalada no topo do estabilizador traseiro, que transmite o que está acontecendo durante o vôo para os monitores de cada passageiro.

Parece uma imagem de simulador de vôo... mas é mais legal quando sabemos que é verdade.



Via laughingsquid.

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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Trator gravitacional


O empuxo gravitacional pode afastar um asteróide que ameace a Terra, caso uma espaçonave (o "trator gravitacional" do título) seja lançada quando o asteróide estiver a mais do que a distância de uma órbita (do asteróide) do seu potencial ponto de impacto, segundo um novo estudo. Caso o alvo seja a Terra, uma combinação de técnicas, incluindo o "trator gravitacional", pode salvar o dia.

O estudo do Laboratório de Propulsão a Jato (Jet Propulsion Laboratory) da NASA, demonstra que o empuxo gravitacional de uma espaçonave que passe perto de um asteróide pode modificar sua trajetória. Segundo o estudo, esse empuxo gravitacional, ainda que fraco, pode alterar o curso de asteróides com até 140 metros de extensão, que são grandes o suficiente para causar uma devastação em escala regional aqui na Terra.

"Antes desse estudo, a técnica de empuxo gravitacional era apenas um conceito," segundo Clark Chapman, um dos pesquisadores envolvidos no estudo. "Apesar de haver alguns poucos críticos a esse conceito, alguns de nós tínhamos a sensação de que as idéias ainda não haviam maturado o suficiente para serem cogitadas para utilização, e o estudo do JPL nos deu a confirmação sólida daquilo que já acreditávamos", afirmou.

Exatamente quanto de empuxo é necessário para modificar a trajetória de um asteróide depende de quão antes do impacto a intervenção começa, e do tipo de órbita que o objeto seguirá durante o período de intervenção.

Os fundos para esse estudo vieram da Fundação B612 (sobre a qual já falamos AQUI), presidida pelo astronauta Rusty Schweickart.

Via newscientist.
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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Jetpack: disponível em 2009



Na terça-feira um inventor da Nova Zelândia apresentou o primeiro jetpack efetivamente "utilizável". O inventor, chamado Glenn Martin, gastou 27 dos seus 48 anos desenvolvendo o sistema, que ele espera começar a vender em 2009 por cerca de 100.000 dólares.

O Jetpack é operado por joysticks, tem um metro e meio de altura, se apoia em três "pernas" e seus rotores estão encapsulados em dois grandes dutos. O motor de 200hp produz 600 libras de empuxo, e tem autonomia para 30 minutos de vôo.

Clique na foto acima para ampliar, e veja abaixo as imagens do brinquedo funcionando.


Via likecool.

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terça-feira, 29 de julho de 2008

Ameaças voadoras

O seguinte artigo, de autoria de Nick Pope*, foi publicado hoje pelo New York Times.

Na tarde de 7 de Novembro de 2006, pilotos e funcionários do Aeroporto Internacional O'Hare, em Chicago, viram um objeto em forma de disco pairar sobre a pista por alguns minutos. Como nada foi captado pelo radar, a Agência Federal de Aviação americana decidiu não investigar. Contudo, radares não são absolutamente confiáveis, como demonstram as aeronaves stealth, que são aviões concebidos para serem invisíveis ao radar. Por isso, será que realmente faz sentido ignorar totalmente as observações de várias testemunhas?

Um ceticismo saudável sobre OVNIS acaba levando as pessoas a ignorar avistamentos sem um momento de reflexão. Nos Estados Unidos isto decorre da elevada dependência dos radares, e da indiferença para todos os tipos de aeronaves não identificadas - uma fraqueza que poderia inclusive ser aproveitada por terroristas.

O governo americano não investiga (oficialmente...) avistamentos de OVNIs desde 1969, quando a Força Aérea terminou Projeto Blue Book, um esforço para analisar cientificamente todos os avistamentos para ver se representariam uma ameaça para a segurança nacional. Grã-Bretanha e França, em contrapartida, continuam a investigar avistamentos, devido a preocupações de que alguns avistamentos possam ser atribuídos a aeronaves militares estrangeiras violando seu espaço aéreo - e também porque acreditam que eventuais sistemas não-terrestres possam ser interessantes à comunidade científica.

A maior parte dos incidentes ocorridos na Grã-Bretanha têm sido explicados como identificações equivocadas de estrelas e planetas, luzes de aviões, satélites e meteoros, mas alguns casos levantaram questões tanto sobre segurança nacional quanto sobre a segurança aérea.

Em 26 de dezembro de 1980, por exemplo, várias testemunhas em duas bases da Força Aérea americana, na Inglaterra, relataram o pouso de um OVNI. Um exame do local indicou transformações nas características do solo, que adquiriu um nível de radiação significativamente superior ao normal. Mais testemunhas na mesma base relataram avistamentos nas noites subsequentes, e o comandante da base informou que a "aeronave" direcionava feixes de luz exatamente para a área mais sensível da base - uma clara violação da segurança.

Em 30 e 31 de março de 1993, houve uma onda de avistamentos na Grã-Bretanha. Uma testemunha descreveu uma forma triangular que voava lentamente sobre uma base da força aérea, antes de acelerar para o horizonte com velocidade muito superior à de um jato. Os militares britânicos relataram que "Aparentemente há evidência nesta ocasião de que um objeto não identificado (ou objetos) de origem desconhecida esteve operando sobre o Reino Unido"

Em 23 de abril de 2007, um piloto de uma companhia aérea e alguns dos seus passageiros relataram um enorme OVNI em forma de charuto - o piloto estimou seu comprimento em cerca de 2 km - perto das ilhas do Canal da Mancha. Nesse evento, os controladores de tráfego aéreo relataram que havia algo no radar, considerado "tráfego desconhecido."

Além disso, vários incidentes de "quase-colisão" ocorreram entre OVNIs e aviões - o suficiente para levar o Ministério da Defesa britânico e a British Civil Aviation Authority a aconselhar pilotos, caso se deparem com qualquer coisa, a "não manobrar, a não ser para evitar o objeto, se for possível. "

Os Estados Unidos não é menos vulnerável do que a Grã-Bretanha e a França a ameaças à segurança nacional e à segurança aérea. A Força Aérea dos Estados Unidos e a NASA deveriam reabrir investigações sobre OVNIs. Isso não indicaria que o país passou repentinamente a acreditar em homenzinhos verdes. Isso apenas significaria o reconhecimento de que apenas os radares não podem nos dizer, todas as vezes, quem está lá fora.

* Nick Pope foi o encarregado de investigações sobre OVNIs do Ministério da Defesa Britânico de 1991 a 1994.
Via the new york times.

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segunda-feira, 28 de julho de 2008

Astronauta da Apollo afirma que armas nucleares não são a melhor forma de parar um asteróide



Armas nucleares poderiam ser usadas para parar asteróides que estejam em rota de colisão com a Terra, mas na maioria dos casos o uso dessas armas não é a melhor opção, afirmou na semana passada o astronauta Russell Schweickart durante uma palestra pública em São Francisco.

No ano passado a NASA publicou um relatório declarando que usar armas nucleares para destruir ou modificar a rota de de asteróides ou cometas é a melhor estratégia para evitar uma colisão catastrófica, mas o respeitado cientista/astronauta explicou que a maior parte dos corpos celestes que venham em nossa direção pode ser redirecionada através de técnicas de reboque por naves não tripuladas (teoricamente, apenas os maiores corpos não podem ser empurrados ou rebocados).

Ele afirmou, ainda, que esse estudo publicado pela NASA foi não apenas equivocado, mas também uma desculpa (motivada por pressões políticas) para "preparar o caminho" para a colocação de armas nucleares no espaço.

O astronauta criou uma organização, a Fundação B612, que estuda táticas alternativas para alterar o curso de asteróides - o que ele acredita ser possível já em 2015.

Atualmente, a maior parte dos corpos que poderiam colidir com a Terra, causando danos catastróficos, não está sendo monitorada, mas nos próximos anos será possível acompanhar o movimento de um número muito maior, graças à entrada em operação de novos telescópios - o que pode nos dar tempo suficiente tanto para prever a probabilidade de impactos (e a estimativa dos danos) quanto para pensar sobre a forma adequada de lidar com eles.

Considerando que o monitoramento de asteróides contém um elemento de incerteza, certamente ocorrerá um grande número de alarmes-falsos - e, nesses casos, a melhor opção será não fazer nada, logicamente. Mas e nos demais casos? Devemos empurrá-los, rebocá-los ou simplesmente explodí-los com bombas nucleares, como prefere a NASA?

O astronauta compara nossa situação atual com um goleiro com os olhos vendados: não podemos fazer nada, mas sabemos que várias bolas estão voando em nossa direção. Mas em poucos anos, essa venda sairá dos nossos olhos, e poderemos decidir - em conjunto - como proceder, ao invés de apenas aceitar que mísseis nucleares sejam enviados ao espaço sem que saibamos quais os efeitos dessa decisão.

Via wired.

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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Cientistas identificam o fator que propicia o aparecimento de auroras



Pesquisadores da NASA, estudando a interconexão de campos magnéticos e partículas carregadas emitidas pelo Sol, identificaram o fator que propicia a ocorrência das belas e coloridas tempestades elétricas nas regiões polares, conhecidas como auroras, e acreditam que essa descoberta possa ajudar no desenvolvimento de previsões confiáveis sobre as tempestades geomagnéticas que podem avariar satélites em órita e causar problemas nas linhas de transmissão de energia aqui na Terra.

Os cientistas sabem há tempos que as auroras (aurora boreal no norte, aurora austral no sul) são geradas pela interação entre partículas vindas do Sol com o campo magnético terrestre, o qual tem sua forma modificada por esse vento solar.

Tempestades violentas no Sol produzem auroras extremamente brilhantes, mas mesmo quando essas tempestades são pouco severas as luzes são produzidas - a Terra absorve e acumula essa energia, liberando-a de repente, e isso causa as auroras, mesmo sem que uma grande atividade solar esteja ocorrendo. Essas tempestades menores, chamadas "subtempestades", geram correntes de um a dois milhões de amperes, por uma ou duas horas (que é a energia equivalente a um terremoto de magnitude 5 ou 6).

Durante essas subtempestades ocorre uma modificação na borda do campo magnético da Terra, e é sabido que dois eventos contribuem para esse acontecimento: uma ruptura na corrente de partículas carregadas vindas do Sol, ocorrendo a cerca de 1/6 da distância entra a Terra e a órbita da Lua; e a separação das linhas do campo magnético terrestre, que ocorre a cerca de 1/3 da distância entre a Terra e a Lua. Não era claro, contudo, qual evento ocorria primeiro.

Para responder essa questão, foram lançados cinco satélites (no que convencionou chamar de Missão Themis) idênticos, cada um do tamanho de uma máquina de lavar, para medir os campos elétricos e magnéticos, assim como as partículas que atingem a Terra, em diferentes zonas do espaço. Com isso, em fevereiro, os cientistas conseguiram descobrir a ordem dos eventos - e assim entender melhor o que acontece durante as subtempestades: a separação das linhas do campo magnético ocorrem primeiro, seguidas pelo aparecimento das auroras.

Surpreendentemente, a quebra na corrente de partículas carregadas ocorre somente após a aurora. Anteriormente, alguns pequisadores acreditavam que a separação das linhas do campo magnético causava uma modificacão na corrente de partículas carregadas - e que essa modificação na corrente é que causava as auroras.

Agora, os cientistas querem descobrir exatamente onde as linhas do campo magnético terrestre se separam. Com o maior conhecimento dessas subtempestades, os pesquisadores esperam conhecer melhor as grandes tempestades - e assim obter métodos de detecção melhores antes do próximo pico de tempestades solares de grande porte, que vai ocorrer entre 2010 e 2012.

Veja mais imagens de auroras abaixo.



Fonte: nytimes



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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Bell 609 - brinquedinho caro...



O inovador V-22 Osprey (aeronave que mescla funcionalidades de helicóptero com desempenho de avião, através de rotores que mudam de posição conforme a necessidade) ganhou uma versão para uso civil.

A versão civil é comercializada agora sob a denominação Bell 609, e tem as mesmas funcionalidades da versão militar, apesar de ser um tanto menor.

Preço do brinquedo: cerca de 20 milhões de dólares...

Veja abaixo o vídeo do Osprey voando.

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Mande seu nome para a Lua!


Você pode colocar seu nome em um arquivo que vai ser mandado à Lua pela Nasa.
O LRO - Lunar Reconnaissance Orbiter é um satélite lunar de pesquisas (que vai estudar novos locais de pouso na Lua, entre outras coisas) que vai ser lançado ao espaço em novembro, e um arquivo com nomes das pessoas que se interessem vai estar dentro dele. Portanto, aos interessados, acessem a página do projeto, no link abaixo. É só inserir o nome e o sobrenome e clicar em "add name". Seu nome estará na lista e você ainda poderá imprimir um certificado de participação no programa. A data limite para submissão de nomes é dia 27 de junho! Ah, e é grátis. Via NASA. LINK

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