Veja que interessante esse vídeo. Ele mostra um trator/snowmobile movido por tambores estriados, que lembram um saca-rolhas (ou uma espécie de vibrador?). Esses tambores funcionam como "parafusos de Arquimedes" (veja um deles em funcionamento na figura ao lado).
O veículo em questão é um Fordson Snow Devil de 1926.
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Ontem foi lançado Google Earth 5.0, na qual o usuário pode visualizar imagens 3D de Marte e também o fundo do mar, além da superfície da Terra. Para acessar essas novas funcionalidades você deverá instalar a nova versão (que pode ser baixada gratuitamente neste LINK).
Uma vez instalada e funcionando, selecione a visualização desejada clicando em um botão no formato do planeta Saturno, que fica no topo da tela (veja a imagem dele aqui à direita).
Outras novidades dessa versão:
Imagens Históricas: ao invés de mostrar apenas uma imagem de um determinado local, e referente a um determinado momento, o Google Earth agora comporta imagens de épocas anteriores de diversas localidades, deixando o usuário mover o período de visualização para anos (ou até décadas) atrás, de forma a demonstrar a modificação ocorrida nesses locais ao longo dos anos.
Touring: a ferramenta Touring permite ao usuário criar e gravar um roteiro de navegação - que comporta narração - que pode ser compartilhado com qualquer pessoa.
Se você já baixou na nova versão do Google Earth, talvez tenha interesse em dar uma olhada nestes locais (clique em cada um):
A expressão "Armas de Destruição em Massa" passou a fazer parte do nosso vocabulário, mas o seu sentido permanece abstrato para muitos de nós. O fotógrafo Martin Miller criou uma série de imagens que oferecem uma retrospectiva sobre algumas dessas armas. A maior parte delas são relativas ao período da Guerra Fria, um tempo em que a sobrevivência da raça humana foi ameaçada.
Essas duas imagens que eu selecionei são o artefato Trinity (acima, a primeira bomba nuclear produzida) e a bomba Fat Man (abaixo - foi essa a bomba utilizada em Nagasaki). Para ver as demais imagens, use este LINK.
Aérotrain: o trem a jato + foguete da década de 1960
O Aérotrain foi um projeto francês desenvolvido à partir de 1965, que procurou desenvolver trens ultra-rápidos movidos à foguetes e/ou turbinas. Nessas imagens você vê um dos protótipos, o #02 (foram construídos cinco protótipos, ao todo: #01, # 02, S44, I-80 e I-80 HV).
O #02 era equipado com um motor aeronáutico a jato Pratt & Whitney JT12, além de um foguete auxiliar que era acionado quando o jato já tivesse atingido a velocidade máxima. Para a realização dos testes foi construído um monotrilho entre Paris e Orléans, na França, com 130km (80 milhas) de extensão.
O projeto do Aérotrain foi abandonado em 1977, após a morte do projetista e engenheiro-líder do projeto, Jean Bertin.
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A Bell/Boeing surgiu com esse novo conceito de aeronave com asas rotativas, que remete ao V-22 Osprey, mas com quatro rotores e sensivelmente maior (o projeto prevê capacidade de carga semelhante ao do Hercules C-130): o Bell/Boeing Quad TiltRotor.
Na animação abaixo, preparada pela fábrica, há a demonstração do conceito de emprego dessa aeronave de pousos e decolagens verticais (e é interessante ver que eles consideram também a utilização pela aviação civil: em 7:43 aparece a versão da American Airlines da imagem acima).
Você já deve ter visto em algum documentário o buggy lunar da foto acima, usado por astronautas das missões Apollo. Esse calhambeque é coisa do passado: agora os veículos que serão utilizados nas próximas visitas à Lua parecem furgões. Veja a nova geração de buggies lunares no vídeo abaixo.
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A Universidade de Tóquio recentemente revelou um protótipo de robô desenhado para cuidar de idosos esquecidos, batizado de Mamoru.
Mamoru tem uma aparência semelhante (no mundo dos robôs, vá lá...) a uma avó, e servirá para lembrar os seus esquecidos usuários sobre quando tomar remédios, avisará onde estão os óculos ou o controle remoto perdido, e coisas assim.
O sistema usa uma câmera grande-angular com software de reconhecimento de imagens para monitorar a localização de todos os objetos que forem registrados pelo usuário (é por isso que o robô consegue saber onde está cada coisa).
A Toyota Motor, a Fujitsu e várias outras grandes empresas colaboraram no desenvolvimento desse protótipo, que deve entrar em produção em 10 anos.
Já viu o primeiro sistema de armazenagem do Google?
Clique na imagem à direita para ver como tudo começou.
Curiosidade sobre esse post: ele ocupa o segundo lugar dentre os posts do Zootropole que mais foram copiados por outros sites/blogs sem atribuição de créditos.
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Na semana passada voou pela primeira vez o Multiple Kill Vehicle-L (MKV-L), que está sendo desenvolvido para destruir mísseis nucleares antes que eles reentrem na atmosfera.
O MKV-L voou de forma autônoma a uma altura de 7 metros por 20 segundos, manobrando enquanto simultaneamente analisava um alvo. Veja o vídeo do teste de vôo na sequência.
Várias unidades de MKV-L serão lançadas ao espaço dentro de mísseis interceptadores, que lançarão esses veículos contra mísseis balísticos inimigos. Cada MKV-L manobra para interceptar as ogivas (únicas ou múltiplas) dos mísseis invasores, destruindo-as.
O desenvolvimento está sendo feito pela norte-americana Lockheed Martin.
Quanto o Google sabe sobre você, sobre o que você gosta/faz/quer e até onde você está?
Essa lista foi descoberta por um leitor anônimo, que enviou a dica (se você quiser enviar alguma dica informe seu site ou blog para crédito ou link...).
Vamos à lista (veja ela inteira na continuação do post):
Se você usa o Google Desktop eles sabem tudo o que está no seu computador. Se você usa o Google Earth eles sabem quais lugares do planeta que despertam seu interesse. Se você usa o FeedBurner eles sabem tudo sobre seus leitores.
Se você usa Adwords eles sabem o seu plano de marketing e também os seus padrões de compra. Se você usa o Adsense eles sabem quais dos seus sites geram lucros, e também sabem quais propagandas devem direcionar aos seus sites. Se você usa o Google Alerts eles sabem quais tópicos são importantes para você. Se você usa o Google Analytics eles sabem quais os sites que você controla ou monitora, e sabem como esses sites estão indo, além das tendências de cada um deles. Se você usa o Blogger, eles sabem exatamente sobre o que você escreve. Cada palavra, cada frase, cada link. Se você usa o Google Calendar eles sabem onde você esteve, onde está e onde planeja estar. Se você usa o Google Product Search (o Froogle), eles sabem os produtos que te interessam. Se você usa o Google Checkout eles sabem todas s suas informações pessoais: nome, endereço, telefone, cartões de crédito. Se você usa o Chrome eles ficaram sabendo de tudo o que ainda não sabiam sobre seus hábitos de navegação. Se você usa o Google Docs eles sabem que você está escrevendo a sua tese de conclusão de curso, e sobre o assunto da sua tese. Se você usa o Google Finance eles sabem quais ações você possui, quais você monitora e também quais as tendências do mercado de capitais que você segue. Se você usa Gmail eles sabem de tudo. Sim, tudo. Se você usa Google Groups eles sabem que você tem um fetiche por filés mal-passados e que adora a arte francesa. Se você usa a Pesquisa de Imagens eles sabem se você gosta de fotos de gatos ou se prefere ver fotos de celebridades. Se você usar Pesquisa Local eles sabem onde você está agora, e no que você está interessado. Se você usa o Google Maps eles sabem onde você poderia estar, onde você pode estar indo, onde você foi. E se você tiver GPS, eles sabem onde você está neste exato momento. Se você usa o Reader, eles sabem todos os seus interesses. Se você usa o Google para fazer buscas (o Google normal) eles sabem todas as pesquisas que fez (e provavelmente as que fará em seguida...). Se você usa o Google Talk eles sabem quem são seus amigos. Se você usa a Toolbar eles conhecem todos os websites que você visita. Se você usa o Translate eles sabem que você só tenta traduzir títulos de vídeos adultos japoneses. Se você usa o YouTube eles sabem todos os vídeos que você assistiu, os gêneros que você gosta, aqueles que você comentou/favoritou, e os vídeos que você enviou.
Ah, e fora isso tudo não podemos esquecer que eles podem, se quiserem, até contar os fios de cabelo no topo da sua cabeça, afinal eles têm um satélite espião...
Você sabia que a estrutura de um navio tem que ser flexível para que a embarcação não quebre devido ao movimento das ondas? É o mesmo que acontece com prédios e pontes - se forem totalmente rígidos acabam rachando por causa do vento e das variações de temperatura...
Mesmo sabendo disso é impressionante ver (por dentro) um navio enorme se mexendo como se fosse de gelatina.
Esse vídeo abaixo mostra um navio cargueiro de grande porte (4500TEU Container Vessel, fabricado pela Samsung HI, com 300 metros de comprimento) atravessando uma tormenta, no mar do Japão.
Em dois momentos do vídeo, que vão dos 15 aos 30 segundos, e de 1 minuto a 1:14", a filmagem vai para dentro do navio e dá para ver perfeitamente como ele "serpenteia" por causa das ondas. É realmente interessante (e provavelmente você nunca viu isso antes).
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Tem sido sequestrado por alienígenas ultimamente? Homenzinhos verdes (ou cinzas, se preferir) têm atrapalhado seu sossego?
Então talvez seja a hora de você usar um capacete anti-telepático, para evitar que os ETs controlem sua mente...
Parece um produto das Organizações Tabajara (aquele programa existe ainda?), mas não é. Há um site dedicado a ensinar aos leitores como fazer um capacete desses.
Segundo as informações, os ETs têm que controlar a mente de quem eles planejam abduzir, e se essa telepatia for impedida o rapto não ocorre.
Tudo o que você precisa é de um chapéu ou boné (para ser vir como base) e um pedaço de plástico condutor de eletricidade (é utilizado para evitar eletricidade estática em certos equipamentos eletrônicos) para encapá-lo, além de coisas básicas como tesouras e fia adesiva.
As instruções de fabricação estão neste LINK (traduzida automaticamente pelo Google).
Ah, um detalhe importante para as pessoas que eventualmente precisem de um capacete desses: aparentemente o capacete não funciona com os "híbridos" (mestiços entre humanos e alienígenas) - ele só impede que "alienígenas puro-sangue" controlem a sua mente.
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Tilt-shift é uma técnica de fotografia que algumas pessoas também chamam de "efeito brinquedo", pois causa a ilusão de que o que se vê é uma foto ou filmagem de uma miniatura, e não de uma cena real.
Esse efeito é conseguido de 3 formas: com lentes especiais (como a Canon TS-E 24mm f/3.5L), com a movimentação de lentes comuns (rotação da lente - o "tilt" e movimento paralelo da lente ao plano da imagem - o "shift"), ou finalmente através do photoshop (alterando o foco para simular um campo de visão com pouca profundidade, e aumentando o contraste e a saturação das cores para imitar as cores e o brilho diferente que se vê em miniaturas).
Mas chega de lenga-lenga: veja esses 4 vídeos fantásticos (esse abaixo e mais 3 na continuação do post) usando a técnica de tilt-shift. Parecem miniaturas em movimento - mas não são. São cenas reais.
Todos esses vídeos foram feitos em time-lapse por Keith Loutit.
Esse carro voador não é exatamente moderno... Ele foi fabricado em 1956! Mas funciona e voa como um avião pequeno quando as asas estão conectadas (veja o vídeo fenomenal no fim do post).
O Aerocar modelo 01, como é chamado, foi fabricado durante algum tempo pela empresa americana Moulton B. Taylor, e usa um motor aeronáutico Lycoming 0-0340B1A com 160 HP.
Esse exemplar é o N103D (a matrícula dele como aeronave) e o proprietário pede a bagatela de 3.500.000 dólares no eBay.
Todas as fotos são do exemplar à venda, mas o vídeo é de outro aerocar.
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Para comemorar os 10 anos da Estação Espacial Internacional, o Big Picture do Boston Globe montou uma ótima galeria de fotos (32 no total), mostrando momentos marcantes dessa década de operação.
São robôs - e por mais estranho que isso seja, eles são jockeys de camelos.
Jockeys robóticos são utilizados em corridas de camelos para substituir jockeys humanos. Nos países onde essas corridas são comuns - Arábia Saudita, Bahrain, Emirados Árabes e Qatar - crianças pequenas eram utilizadas como jockeys, e como essas crianças regularmente sofriam abusos os governos da região baniram a condução humana em corridas de camelos.
Esse "esporte dos Sheiks" existe há milhares de anos, e sempre utilizou crianças de cerca de 4 anos de idade para montar os camelos. Essas crianças muitas vezes eram mal alimentadas para ficarem mais leves, e era comum a compra e venda de crianças (por famílias em dificuldades ou mesmo por traficantes, que vendiam crianças raptadas).
Para coibir esses problemas foi encomendado o desenvolvimento desses robôs, que acabaram sendo desenvolvidos e comercializads por uma empresa suíça de tecnologia chamada K-Team.
Curiosamente eles também tiveram que pensar em formas de impedir que os camelos se assustassem com os robôs - o que envolveu vestí-los como humanos, colocar "faces" nos robôs e até mesmo colocar neles um pouco dos perfumes tradicionais usados na região...
Veja abaixo um vídeo mostrando um robô jockey de camelos em ação.
Nada a ver com papo new age... Asas de anjo são as formações de fumaça resultantes do lançamento de alvos falsos por aeronaves militares, para escapar do ataque de mísseis.
Esses alvos falsos (flares) são ejetados pela aeronave que procura escapar ao ataque e queimam logo após o lançamento, criando uma vasta quantidade de fontes de calor que atraem os sensores de leitura de mísseis guiados por infra-vermelho, fazendo com que eles explodam esses alvos ao invés de procurar os motores da aeronave em questão (que são a fonte de calor que o míssil busca originalmente).
A formação das asas de anjo se dá pela fumaça resultante da queima dos flares (que usualmente são compostos de magnésio que queimam a milhares de graus), que adquire a aparência de asa por causa do fluxo de ar gerado pelas hélices ou turbinas da aeronave lançadora.
Veja um vídeo do lançamento de flares e várias outras fotos na continuação.
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Você deve ter visto ou ouvido falar desse vídeo abaixo, que mostra um avião voando (e pousando) com uma só asa, que tem circulado na internet nas últimas semanas.
Eu não havia postado sobre ele porque de cara notei que era absolutamente falso... É apenas um vídeo viral para promover um website. De qualquer forma, muita gente acreditou que fosse verdade, então resolvi falar a respeito.
Voar sem uma asa é possível, mas em condições absolutamente específicas - e existe um estudo sério sobre isso, para que aviões de combate consigam voltar à base mesmo seriamente danificados.
Na imagem abaixo (e no vídeo na sequência) você vê exatamente um desses testes, no qual um modelo de caça F-18 Hornet 'perde' 60% de uma das asas, e continua voando perfeitamente.
Esse modelo em escala de F-18 foi utilizado pela empresa Rockwell Collins para demonstrar que aviões que perdem partes significativas das asas podem continuar voando, através da ajuda de um computador de bordo que corrija as forças aerodinâmicas envolvidas no vôo de aviões danificados. Logicamente um avião danificado dessa forma se comportará de forma completamente instável - e portanto numerosas correções têm que ser implementadas no padrão de vôo.
Isso seria possível de se fazer manualmente, mas o fato é que a vasta maioria das pessoas não consegue agir rápido o suficiente. Veja só: um piloto consegue, em geral, reagir em 200 milissegundos após uma modificação no padrão de vôo - mas esse computador reage em apenas 20 milissegundos... e isso faz a diferença entre controlar o avião e continuar voando, ou se estraçalhar em pleno vôo.
Esse teste, contratado pelo governo norte-americano, utilizou um modelo pequeno controlado remotamente, e demonstrou que é possível voar mesmo sem uma parte importante de uma asa, mas há um registro verdadeiro de um caça F-15 que perdeu uma asa INTEIRA, e continuou voando.
Esse F-15 em questão, da Força Aérea Israelense, colidiu com outro avião no meio de uma batalha aérea em 1983 e perdeu uma das asas. O que o fez continuar voando? Duas coisas: primeiro, a fuselagem do avião, que é larga e aerodinâmica - e funcionou como uma asa pequena; em segundo lugar, a velocidade: por voar muito rápido, o avião conseguiu criar sustentação à partir da fuselagem - se ele voasse devagar, isso não seria possível.
Abaixo, cenas de um documentário do History Channel sobre o 'vôo milagroso' desse F-15.
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Parece papo de ficção científica, mas não é: bilhões de partículas de antimatéria foram criadas no Laboratório Lawrence Livermore (Estados Unidos), segundo um comunicado liberado nesta semana - LINK.
Na experiência, uma amostra de ouro do tamanho da cabeça de um alfinete foi bombardeada com lasers, e subitamente mais de 100 bilhões de partículas de antimatéria apareceram.
A antimatéria, também conhecida como pósitrons, foi ejetada do alvo (a amostra de ouro) em um jato de plasma em forma de cone.
Essa nova habilidade de criar um grande número de partículas de antimatéria abre portas para diversas possibilidades de estudo, incluindo um maior entendimento sobre a física que envolve fenômenos astrofísicos como buracos negros e fluxos de raios gama.
O comunicado não caracterizou o laser usado no experimento, mas de acordo com o pessoal do slashdot pode ser este aqui.
Legal, não?
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Chamado "Tsar Bomba", esse artefato era uma enorme bomba de hidrogênio construída pela então União Soviética. Ela foi detonada às 11:32h do dia 30 de outubro de 1961, a 4km de altitude sobre a área de teste de Mityushikha, ao norte do Círculo Polar Ártico, na ilha de Novaya Zemlya.
Ela foi desenhada para ter uma potência explosiva de 100 megatons, mas foi modificada para criar uma explosão de "apenas" 50 megatons. Para se ter uma idéia do que representa essa potência de 50 megatons, basta dizer que isso equivale a TODAS as bombas utilizadas durante TODA a Segunda Guerra Mundial (incluindo as bombas 'Little Boy' e 'Fat Man' que explodiram Hiroshima e Nagasaki, respectivamente) explodindo ao mesmo tempo. E isso tudo vezes 10.
A explosão:
A potência explosiva da Tsar - também chamada de 'Ivan' - foi reduzida para diminuir a destruição causada pela queda de detritos radiativos após a explosão, que contaminariam com níveis mortais de radioatividade uma área gigantesca (e habitada).
Mesmo assim a explosão foi tão absurdamente potente que uma pessoa a 100km de distância sofreria queimaduras de terceiro grau (afinal a explosão equivaleu a cerca de 1,4% do poder do Sol...).
Além disso: as ondas de choque causadas por ela deram três vezes a volta ao planeta; a explosão foi vista e sentida a até cerca de 1000km de distância do ponto zero; o 'cogumelo atômico' gerado pela explosão chegou a 64km de altura (quase 7 vezes a altura do Everest); a explosão equivaleu a um terremoto de 5 a 5.25 pontos na Escala Richter. Veja abaixo a comparação entre a Tsar e outras bombas nucleares potentes.
Mesmo tendo sido explodida com 'apenas' metade da sua capacidade nominal, a Tsar se mostrou impraticável. Era potente demais para ser utilizada, e acabou servindo apenas como uma demonstração de força dos soviéticos.
Apenas uma dessas bombas foi construída, e uma maquete em tamanho real está exposta na cidade de Sarov (Rússia).
Talvez você não saiba, mas o Google tem aplicativos similares ao Google Earth para a Lua e para Marte. Ainda não são completos, mas jáz faz algum tempo que há material para dar uma olhada.
As imagens acima são do Google Moon (a do alto) e do Google Mars (a de baixo). Clique nas imagens para acessar os sites. Em ambos há a possibilidade de escolher o tipo de visualização, zoom, navegar por pontos de interesse, etc.
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Imagine um assento de bicicleta conectado mecanicamente a um par de sapatos. Isso dá uma idéia de como o de como esse robô "vestível" funciona.
O equipamento, lançado hoje em Tóquio, é desenhado para suportar o peso do corpo, reduzir o stress nos joelhos e ajudar pessoas a caminhar, subir escadas e permanecer em posição agachada (isso porque a Honda vê um potencial uso do equipamento em fábricas, nas quais operários muitas vezes têm que ficar abaixados sob equipamentos - pelo menos em teoria).
Outros usos sugeridos: para enfrentar longas filas e para ser utilizado por entregadores (imagine agora que, no futuro, além dos motoboys nas ruas a gente pode ter que enfrentar entregadores-robotizados-malucos nas calçadas também...).
Para usar, basta sentar em cima e calçar os sapatos.
O sistema tem um computador, motor, baterias e sensores embutidos, e responde automaticamente aos movimentos do usuário.
Acabei de receber esse vídeo do Steve Jobs fazendo um discurso interessantíssimo em uma formatura. Ele conta três histórias inspiradoras sobre sua vida.
Muito bom. É legendado em português. Clique na imagem para acessar.
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Chamado de Fin-Fish, ele foi desenvolvido e operado por um dos times participantes da Airship Regatta (um dos eventos da convenção), chamado LaChLuVe Team.
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Fat Albert é o nome dado ao C-130 Hercules do grupo de demonstração aérea Blue Angels, da Marinha dos Estados Unidos.
Como todos os Hercules ele é movido a hélice (4 turbo-propulsores), mas ele tem a capacidade de receber 8 foguetes, que o ajudam a decolar rápido e usando pouca pista. Esses foguetes (que usam combustível sólido e têm o tamanho de um extintor de incêndio) são presos ao avião, 4 de cada lado, e após serem utilizados são descartados. A utilização desses foguetes para melhorar a performance na decolagem recebe o nome de JATO (Jet Assisted Take-Off - ou Decolagem Auxiliada por Jato).
Os vídeos abaixo mostram decolagens e testes da utilização desses foguetes. Na continuação do post tem mais 3 vídeos.
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Uma fotografia comum, feita utilizando uma máquina digital de qualidade, tem 12 ou 13 megapixels. Isso dá um fator de comparação para você saber o quão detalhista é a esse panorama de 17 gigapixels.
Clique na imagem acima para acessar o panorama (em outra janela) - e escolha a opção VIEW IN ZOOMIFY.
Essa imagem tem uma definição tão absurdamente alta que você consegue dar zoom até encontrar pessoas espalhadas pela paisagem (veja neste LINK pontos mostrando onde algumas pessoas estão - mas depois tente encontrar sozinho... por exemplo, no topo da maior elevação, que está no centro da imagem, há pelo menos 12 pessoas espalhadas, e perto da queda-d'água na parte direita da imagem há mais umas 10 pessoas caminhando).
O panorama em questão representa a área de Glacier Point, localizada no Parque Nacional Yosemite, nos Estados Unidos, e foi construído à partir de 2046 fotos individuais tiradas por Gerard Maynard, um artista de NY, para o "Yosemite Extreme Panoramic Imaging Project", que pretende registrar panoramas de vários pontos desse parque.
Na página do artista (LINK) há outras quatro imagens menores, mas com altíssima resolução, que você vê na parte de baixo da tela: Yosemite Falls, El Capitan, Taft Point e Washburn Point. Clique em cada uma delas e escolha "View in Zoomify" para dar zoom e navegar por elas.
Anara Tower: cápsula de vidro a 655 metros de altura
A Anara Tower, que será construída em Dubai à partir do final do ano que vem, terá 655 metros de altura, e um restaurante ultra luxuoso no topo - que é uma cápsula de vidro.
A cápsula de vidro, sustentada por uma estrutura em forma de hélice, é o elemento mais impressionante desse projeto, que abrigará cerca de 300 apartamentos estupidamente caros, um hotel com 250 quartos e terá jardins suntuosos a cada 27 andares.
É possível usar o Excel (sim, o Excel do seu MS Office) para rodar conteúdo audio-visual...
O primeiro clipe musical usando arquivos '.xls' é de uma música do AC/DC, a "Rock'N'Roll Train".
Abaixo você vê um vídeo com uma amostra do que acontece usando o Excel, e se você quiser ver funcionando, faça o download do arquivo AQUI (o arquivo se chama ACDC.xls).
Ah, e a música é ótima.
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Robôs do Pentágono: contra humanos "não-cooperativos"
O Pentágono está procurando interessados em desenvolver e fornecer robôs que possam procurar ou rastrear humanos "não-cooperativos" em situações de "perseguição ou evasão", e que devem ser operados à distância por pessoas.
O documento referente a esse processo do Pentágono pode ser conferido online neste LINK, que se refere ao projeto como "Multi-Robot Pursuit System", ou Sistema de Perseguição Multi-Robôs".
Em resumo, o que o Pentágono quer é isso (conforme os documentos disponíveis):
“... desenvolvimento de um conjunto de software/hardware que possibilite a um time de múltiplos robôs procurar e detectar, em conjunto com operadores humanos, alvos humanos não-cooperativos. A tarefa de pesquisa envolve determinar os movimentos da equipe de robôs de forma a maximizar a probabilidade de chance de encontrar o sujeito buscado".
Arrepiante, não? É possível que, no futuro, quando você aprontar alguma, coisas assim sejam soltas para te caçar.
Um dos prováveis robôs que podem ser utilizados no desenvolvimento desse sistema para o Pentágono é o Big Dog, desenvolvido pela Boston Dynamics, no vídeo abaixo. Esse robô de quatro pernas pode carregar mais de 100kg de carga, e se auto-equilibra mesmo em terrenos inclinados ou escorregadios.
Rápido para caramba: carro deve passar de 1.600km/h
Em 1997 a barreira do som foi quebrada pela primeira vez por um carro pilotado por Andy Green: o Thrust SSC chegou a 1.228km/h.
E agora o mesmo piloto pretende chegar a 1.610km/h em um carro movido a jato + foguete (um foguete e um dos jatos utilizados no Eurofighter-Typhoon), chamado Bloodhound SSC.
Esse veículo, com 12,8 metros de comprimento e 6,4 toneladas vem sendo desenvolvido há 18 meses, e deve estar pronto para correr em 2011.
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Não é exatamente uma idéia que inspira muita confiança, mas uma empresa dinamarquesa chamada Copenhagen Suborbitals está desenvolvendo micro-foguetes para lançar pessoas ao espaço - uma de cada vez, em pé (!) e olhando para fora o tempo todo, através do domo transparente (de plexiglass) do foguete.
Neste momento existem dois foguetes em desenvolvimento: um menor, não-tripulado (chamado HATV, de Veículo Híbrido de Teste Atmosférico), para sondagem, e outro maior, desenhado para levar as pequenas espaçonaves individuais a vôos sub-orbitais (designado HEAT, de Transportador Híbrido Exo-Atmosférico).
Eu não sei... mas a perspectiva de ser amarrado sozinho, em pé, a uma micro-nave com uma "tampa" de plástico e ser jogado ao espaço a velocidades supersônicas não parece muito convidativa. Alguém se habilita?
Vídeo impressionante de um SR-71 Blackbird fazendo uma passagem baixa, antes de uma bonita guinada à direita. E na sequência do post, outro vídeo mostrando também a decolagem e o pouso.
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Comparação entre o F-22 Raptor e o F-35 Lightning II
Para os entusiastas da aviação (ou seja, quase todo mundo...): o lobby contra o desvio de verbas do programa F-22 para o desenvolvimento do F-35 (que é muito mais caro e ainda não está em fase operacional) ganhou mais um elemento hoje - um relatório mostrando a superioridade do Raptor sobre o Lightning II.
Esse relatório foi preparado pela Air Force Association, que é o mais poderoso grupo de lobby por trás da Força Aérea Americana, e mostra ampla preferência pela aquisição de mais F-22 ao invés de desenvolver o F-35.
Você pode acessar o relatório clicando na imagem abaixo (e há ótimos vídeos das duas aeronaves na continuação deste post).
A empresa Focus Designs criou esse uniciclo auto-equilibrado das imagens, que é elétrico e atinge a velocidade de 15km/h (o pedal é falso - serve apenas para apoiar os pés). Esse não é um produto conceitual: o SBU está sendo fabricado e começa a ser vendido em novembro, por 1.500 dólares.
Ele se auto-equilibra usando algoritmos de balanço e giroscópios, da mesma forma que o Segway faz. Outra semelhança com o Segway: qualquer usuário com mais de 12 anos fica com aparência meio panaca...
Na sequência do post há um vídeo do produto.
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Lembra do satélite do Google? O satélite GeoEye-1 foi lançado em 06 de setembro (foto do lançamento, abaixo) e acaba de enviar a sua primeira imagem (clique para ver a imagem em alta definição).
Quer dizer, "dizem" que é a primeira imagem... afinal esse satélite é operado pela Agência de Inteligência Geoespacial do Departamento de Defesa dos EUA - e esses caras não têm o costume de contar tudo o que fazem.
A Agência Espacial Japonesa (JAXA) recebeu uma "frota" de 9 aviões de papel que deverão ser lançados da Estação Espacial Internacional para a Terra. Os origamis têm formato híbrido entre um avião de papel e uma espécie de ônibus espacial, e têm 38cm de comprimento por 22cm de largura.
Eles foram "construídos" por uma empresa de maquinário de precisão, chamada Castem, que utilizou papel de fibra de cana-de-açúcar, tratado quimicamente para resistir ao calor e à água.
Esse "origami de ônibus espacial" foi desenvolvido pela JAXA e pela Universidade de Tóquio, e já foi testado em um túnel de vento: ele sobreviveu a incríveis ventos de 8.600km/h (ou Mach 7) e à temperatura de 200 graus Celsius. Incrível, hein?
Se tudo der certo, os 9 origamis serão levados à Estação Espacial Internacional em Fevereiro de 2009, e serão lançados ao espaço por um astronauta japonês que estará na ISS.
Estima-se que esses aviões levarão dois dias para completar a viagem de 400km da Estação Espacial até a superfície da Terra. Neles há mensagens em 10 idiomas que identificam os aviões, explicam que vieram do espaço e solicitam a quem os encontre que avise a Agência Espacial Japonesa.
Maneiro, hein? E mais maneiro ainda vai ser leiloar um desses no ebay por uma nota preta (para quem tiver a sorte de achar...).
Software multi-toque da Microsoft é controlado por webcam e objetos do dia a dia
A Microsoft está lançando o “Touchless” - um software multi-toque que usa uma webcam normal e objetos comuns (canetas, copos etc) como interfaces. Imagine que qualquer objeto à sua mão se transforme em um "mouse" - e imagine que você pode usar mais de um desses "mouses virtuais" ao mesmo tempo, com reflexo imediato no que você vê na tela - é mais ou menos isso o que o Touchless proporciona.
O Touchless permite que sejam criados aplicativos que transformam gestos ou objetos em interfaces - ele detecta o tamanho e a localização de "marcadores de cores", que podem ser dedos, canetas, brinquedos, chocolates ou o que você quiser - e quando esses "marcadores" se movem, a tela reflete esses movimentos.
Os caras do Microsoft Office Labs criaram algumas demonstrações interativas, para que você possa experimentar o conceito multi-toque(tem um joguinho do tipo "snake", entre outros).
Se você curte programação, o software é livre (open source SDK)...
Observação: se você só quiser experimentar, faça o seguinte: entre no link acima, salve o arquivo Touchless.zip, clique com o botão da direita e selecione extrair tudo. Conecte uma webcam e clique duas vezes no arquivo TouchlessDemo.exe - pronto!
Anna Konda é um protótipo de cobra robótica que se destina a combater incêndios florestais. Ela é equipada com um reservatório de água, e ao encontrar um ponto de fogo (que desencadearia um incêndio florestal) ela mira os jatos de água nesse local e acaba com o problema...
Para isso, os projetistas imaginam "soltar" várias delas em áreas florestais, onde elas ficarão constantemente se movendo à procura de incêndios, usando sensores internos de calor.
O Jules Verne era um cargueiro espacial automatizado (ATV - Automated Transfer Vehicle) que foi destruído em uma reentrada controlada na atmosfera, ao fim de sua vida útil de 6 meses. Veja a sequência de imagens do fim da Jules Verne em seguida.
Ele havia sido lançado ao espaço em 9 de março de 2008, à partir da Espaçoporto Europeu da Guiana Francesa, para levar mantimentos e servir como "rebocador" à Estação Espacial Internacional.
Nos seis meses de vida útil da Jules Verne, além de entregar (automaticamente) 6 toneladas de carga à ISS (incluindo combustível, água, oxigênio, comida e roupas) ele demonstrou os outros aspectos de sua importância: em quatro ocasiões ele empurrou a Estação Espacial a órbitas mais elevadas (para evitar o arrasto atmosférico), além de ter manobrado a ISS para evitar a colisão dela com lixo espacial. E, por fim, se auto-dirigiu à destruição carregando 2½ toneladas de lixo produzido pela ISS.
Ontem (29/09) a Jules Verne reentrou na atmosfera a uma altitude de 120km. Quando atingiu 75km de altitude se desintegrou, e os fragmentos que não foram desintegrados na reentrada caíram sobre uma área desabitada do Oceano Pacífico.
Já ouviu falar em ecranoplanos? São veículos que voam a apenas alguns centímetros de altura sobre um colchão de ar criado pelas pequenas asas (o efeito solo).
Esse vídeo acima mostra um enorme ecranoplano da era soviética, conhecido como o Monstro do Mar Cáspio.
Se você gostou e quer saber mais, amanhã haverá um (enorme) artigo sobre ecranoplanos... então esse vídeo serve como um aperitivo. (CORREÇÃO: DEPOIS de amanhã...)
Esse é o vídeo para a música "Walk It Off", do (recente) álbum Mountain Battles, do Breeders. Quando você clica para assistir, você pode escolher a perspectiva você prefere seguir - e pode ir alternando as perspectivas dos personagens (o mensageiro, o homem de negócios, o louco das caixas e a banda conversando), que vão se cruzando ao longo do vídeo.
A idéia do vídeo é boa... mas música BOA MESMO, do Breeders, você ouve (e vê o vídeo) na continuação deste post. Você provavelmente já ouviu falar de Breeders - mas se nunca ouviu falar a respeito, Breeders é uma banda americana de indie-rock formada como "projeto paralelo" de uma integrante do Pixies (Kim Deal é o nome dela).
Bom, mas chega de blá-blá-blá: veja/ouça abaixo o melhor do Breeders (na minha opinião): a música Cannonball. É fenomenal...
E agora, outra coisa boa: já que falamos acima sobre Pixies, aqui vai o vídeo da música "Where Is My Mind?", que é a última música do filme Clube da Luta (Fight Club - aquele em que o Edward Norton e o Brad Pitt ficam se enchendo de pancadas)...
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O foguete Falcon 1, da Space Exploration Technologies, finalmente conseguiu decolar (essa foi a quarta tentativa).
Após as explosões e erros que destruíram as versões anteriores, o Falcon 1 finalmente chegou ao espaço, dando continuidade ao sonho de um programa espacial 100% privado.
Com o sucesso do lançamento de ontem já programaram o próximo lançamento, que levará o satélite RazakSat (da Malásia) ao espaço. Caso esse próximo lançamento também seja um sucesso, uma versão maior do foguete será lançada em 2009 (o Falcon 9).
O vídeo abaixo mostra desde o lançamento até a entrada em órbita (com a ejeção do primeiro estágio e tudo mais...). Tem quase 10 minutos, mas vale a pena. Ao fundo, você escuta expressões de felicidade da equipe da Space X, que acompanhou o lançamento ao vivo.
O Exército americano encomendou a universidades americanas o desenvolvimento de um robô de 15 centímetros inspirado em morcegos, que servirá para coletar dados - imagens, sons e cheiros - em zonas de combate e transmiti-los em tempo real aos soldados. A idéia por trás do projeto é que o robô se auto-oriente através de um pequeno radar e de um sistema de navegação ultra-sensível - da mesma forma que os morcegos utilizam ecolocalização para se movimentar (os morcegos emitem sons e analisam o eco que esses sons causam para encontrar presas e obstáculos).
Mas o que achei interessante - e útil - é o aspecto de inovação energética envolvido no processo: o robô vai recarregar suas baterias de lítio usando vibração, energia solar e até mesmo o vento. Ou seja, essa pesquisa pode criar (ou melhorar) uma vasta quantidade de técnicas de obtenção de energia limpa.
Mais informações no site da Universidade de Michigan, neste LINK.
Homem atravessa o Canal da Mancha usando asa a jato
Hoje (26.09) o aventureiro suíço Yves Rossy atravessou o Canal da Mancha usando uma asa a jato, que ele mesmo desenhou e ajudou a construir.
Yves, chamado de Jetman ou Fusionman, saltou de um avião a 2500 metros de altura, ativou os jatos e venceu a distância de 35km de mar que separa a Inglaterra da França. O vôo de Calais (França) a Dover (Inglaterra) levou cerca de 10 minutos. Essa rota foi escolhida para homenagear a primeira travessia do Canal em um avião, feita por Louis Bleriot há 99 anos.
Teremin é um instrumento musical eletrônico, que não precisa de contato manual para produzir música. Foi inventado em 1919 pelo russo Lev Sergeivitch Termen (conhecido também pela forma francesa do nome: Léon Theremin), e produz sons através de dois osciladores de freqüência radiofônicos (ele é basicamente uma "caixa" com duas antenas externas, uma que controla a altura, e outra controla o volume, ao redor das quais o músico movimenta suas mãos para produzir som).
Como a forma da "caixa" pode ser qualquer uma, veja essa orquestra de teremins usando instrumentos em forma de "matrioshka".
E abaixo, para visualizar melhor o funcinamento do troço, veja uma versão da música "Crazy", de Gnarls Barkley, tocada em termins...
Primeiro a matéria escura, depois a energia escura... e agora, o fluxo escuro.
Centenas de aglomerados de galáxias estão se dirigindo a uma determinada região no limite do universo observável - e a surpresa é que esse fluxo de galáxias não segue o movimento normal de expansão do universo... Essa correnteza foi denominada "fluxo escuro". Uma equipe liderada pelo pesquisador Alexander Kashlinsky, do Goddard Space Flight Center da NASA, deparou-se com esse fluxo enquanto estudava como os aglomerados de galáxias afetam os fótons das microondas cósmicas de fundo (CMB: cosmic microwave background), que é a radiação residual do Big Bang.
Kashlinsky cunhou o nome "fluxo escuro", para alinhá-lo com as outra características (ainda) inexplicáveis do universo: matéria escura e energia escura.
A descoberta aconteceu porque o movimento dos aglomerados de galáxias alterou a frequência dos fótons do CMB, criando um efeito Doppler, que é característico de corpos em movimento.
De acordo com as observações, os aglomerados estão se movendo em direção a uma zona que fica entre entre as constelações de Vela e Centauro. Algumas estão se movendo a cerca de 1000km por segundo, e aparentemente que o fluxo continua até o limite observável do universo.
"Esse movimento se estende até, pelo menos, um bilhão de anos-luz," afirma o pesquisador. "Se ele (o fluxo) já foi tão longe, seria muito curioso se ele de repente parasse."
Ninguém sabe o que causa o fluxo. A melhor idéia, por enquanto, é que o empuxo gravitacional de algo com muita massa está atraindo esses aglomerados de galáxias para além do nosso universo observável. "Eu não sei se posso chamar isso de matéira. Isso poderia ser alguma singularidade gigante", afirma Kashlinsky.
Se há alguma coisa com tanta massa além do limite do universo visível, isso poderia dar suporte à "teoria da inflação cósmica", que sugere que o nosso universo passou por um período de expansão exponencial logo após o seu início. Essa teoria sugere que estruturas extremamente maciças, mas não visíveis para nós, podem existir além do "nosso horizonte".
O fluxo escuro não é a primeira anomalia de CMB a dar uma dica da existência dessas estruturas maciças que não podem ser explicadas (ainda). O pesquisador Hans Kristian Eriksen, da Universidade de Oslo (Noruega), que desenvolveu uma pesquisa semelhante, afirma que esse novo estudo "sugere a existência de estruturas em escalas maiores do que as pessoas têm acreditado até agora".
O Cosmódromo de Baikonur fica no Casaquistão, e é a principal base de lançamento de foguetes russos. Desse cosmódromo partiram missões espaciais históricas, como o lançamento do Sputnik e o vôo orbital de Yuri Gagarin.
Clique na imagem acima para acessar uma galeria belíssima de imagens de Baikonur, preparada pelo excepcional "The Big Picture".
A terceira missão espacial tripulada da China será lançada nesta quinta-feira, dia 25/9, às 10:10h (horário de Brasília).
A missão Shenzhou 7 é a mais ambiciosa investida chinesa no caminho de sua consolidação como potência espacial: pela primeira vez levará ao espaço uma tripulação completa de três astronautas, um dos quais fará a primeira "caminhada espacial" do programa espacial chinês.
A "caminhada espacial", ou atividade extra-veicular (EVA, de Extra-Vehicular Activity) ajudará os chineses da dominar algumas das técnicas necessárias à construção de uma futura estação espacial chinesa (já existem planos nesse sentido). Essa EVA será executada pelo astronauta-líder, Zhai Zhigang, e deverá durar cerca de 40 minutos.
O foguete CZ-2F Long March (também chamado "Shenjian") impulsionará a nave Shenzhou, levando os astronautas Liu Boming e Jing Haipeng, além ao líder Zhigang, ao espaço.
Esse foguete, fabricado pela CALT (China Academy of Launch Vehicle Technology) tem 2 estágios, 62 metros de altura, peso de 464 toneladas e capacidade de carga de 8.600kg, e teve seu vôo inaugural em 19.11.1999, quando lançou ao espaço a nave Shenzhou 1.
O lançamento será à partir do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan (imagem interna do Centro, abaixo), que fica a 1.600km de Beijing, no meio do deserto de Gobi.
O mesmo modelo de foguete foi utilizado nos dois vôos tripulados anteriores, em 15 de outubro de 2003 (Shenzhou 5) e em 12 de outubro de 2005 (Shenzhou 6).
A missão Shenzhou 7 é especialmente notória porque:
1- será a primeira missão espacial chinesa a levar três astronautas ao espaço ao mesmo tempo;
2- será a primeira oportunidade real de testar as roupas espaciais chinesas (para a EVA), que foram desenvolvidas especialmente para a missão Shenzhou 7, chamadas Feitian, provavelmente desenvolvidas à partir dos trajes espaciais Orlan (imagens abaixo), cujos conectores são compatíveis com os equipamentos chineses;
3- pela primeira vez será utilizado um pequeno satélite de monitoramento, lançado manualmente, que fornecerá imagens em 3D da nave e do astronauta em EVA;
4- como já falamos acima, a missão Shenzhou 7 terá a primeira atividade extra-veicular espacial protagonizada por um astronauta chinês: dois dos astronautas entrarão no módulo orbital da nave, e um deles sairá para o exterior, onde praticará tarefas de construção/manutenção, como apertar parafusos, etc. O segundo astronauta fica apenas observando, totalmente equipado (mas dentro do módulo orbital), apenas para o caso de alguma emergência acontecer com o astronauta do lado de fora;
5- não poderia faltar alguma bizarrice... Segundo uma norma política chinesa, em qualquer lugar em que haja pelo menos 3 membros do Partido Comunista Chinês, pode-se instalar uma "filial" do Partido - e na nave estarão três astronautas comunistas... daí, uma coisa leva a outra, e eles pretendem estabelecer a primeira filial extraterrestre do PC chinês.
A missão está prevista para durar três dias - o pouso na Terra deverá ocorrer em 28 de setembro, às 06:00h (horário de Brasília).
Esse bulldog da foto, chamado Coal, ganhou uma pata de liga de titânio, que não é rejeitada pelo organismo do animal, após ter sua pata "original" amputada.
Após a amputação, as três pernas remanescentes não conseguiriam suportar o peso do animal, e ele poderia ter sido executado caso o seu dono não se dispusesse a enfrentar o desafio dessa nova técnica, que permite que a pele e os ossos da perna continuem crescendo (o objetivo é que a pele recubra a liga metálica, e que os ossos se solidifiquem encaixados à prótese).
Essa operação, que custou o equivalente em libras a cerca de R$ 33.000,00, vai ajudar a desenvolver técnicas semelhantes para utilização em humanos.
“Imagine um David Beckham robotizado, 6 vezes menor que uma ameba, jogando com uma bola mais fina que um fio de cabelo... em um campo menor que um grão de arroz".
É assim que o U.S. National Institute of Standards and Technology (NIST) descreve o “nano-futebol” — o mais recente esporte para universidades com programas de estudo sobre sistemas micro-eletro-mecânicos (MEMS: micro-electro-mechanical systems).
Competições de nano-futebol acontecem na RoboCup, e neste ano várias universidades enviaram times:Carnegie-Mellon University, Academia Naval dos Estados Unidos, o Instituto Suíço de Tecnologia, Simon Fraser University (Canadá), e a University of Waterloo (Canadá).
Os nano-robôs jogadores são operados por humanos através de sinais elétricos e campos magnéticos controlados remotamente, e "chutam" (empurram, na verdade...) pequenos discos (as "bolas") em um campo com 2,5mm por 2,5mm (a figura do alto).
A competição consiste de três eventos:
1) manuseio de "bola": os nano-robôs devem fazer tantos "gols" quanto possível em 3 minutos; 2) corrida de dois milímetros: os nano-robôs correm o mais rápido possível através do campo; e 3) slalom: os nano-robôs devem percorrer um caminho determinado em campo, e contornar o bloqueio de "goleiros".
Dezesseis campos de nano-futebol são construídos em um único chip (foto à esquerda, acima), e o chip com os campos é montado em uma pequena placa de circuitos, com os conectores (foto à direita, acima).
Cada "bola" (foto à direita) é um disco de dióxido de silício com o diâmetro aproximado de um fio de cabelo. Cada disco tem uma marca em forma de "T", para ajudar os jogadores humanos a encontrá-los em campo. Ah, e toda a "ação em campo" é acompanhada pelos humanos (controladores e público) através de microscópios...
O vídeo abaixo, feito pelo NIST, demonstra a tecnologia do nano-futebol, assim como a competição de nano-futebol na RoboCup, e algumas aplicações potenciais para essa tecnologia.
A próxima grande competição de nano-futebol está marcada para a RoboCup 2009, que ocorrerá de 29 de junho a 05 de julho em Graz, na Áustria.
Veja essa imagem. Ela representa a diferença entre a distribuição de atenção de usuários que fazem pesquisas no Google em 2005 (esquerda) e 2008 (direita). Ela foi obtida em uma pesquisa feita pela empresa Think Eyetracking.
É fácil notar que a atenção antes era distribuída entre os vários resultados de pesquisa - mas hoje a atenção é focada nos primeiros 3 a 5 resultados.
Aparentemente isso indica que as pessoas, antes, olhavam todos os resultados da primeira página de pesquisas (e páginas seguintes, em muitos casos) antes de decidir em qual link clicar. Atualmente, não. Os resultados mais baixos nem mesmo são vistos, na maioria das vezes.
Isso se deve, provavelmente, ao fato de que as pessoas se habituaram a especificar os termos de busca de forma que os resultados mais relevantes normalmente já ficam nas cinco primeiras colocações. Ou é isso, ou o Google acerta mais hoje que antes...
Imagens de aeronaves são normalmente cativantes, mesmo para quem não gosta de voar... e o jogo de contrastes e cores criado pela ambientação noturna muda completamente a perspectiva das coisas, e cria novo interesse mesmo em imagens conhecidas.
Veja a seguir uma coleção de fotos noturnas de helicópteros. Clique nas imagens para ver versões (bem) maiores.
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A Boeing registrou uma patente de asa para helicópteros, que pode ser instalada sobre o rotor principal, para melhorar a sustentação e conferir mais velocidade aos aparelhos.
O projeto inicial foi feito com base no modelo CH-47 Chinook, com dois rotores, mas poderá ser aplicado em qualquer helicóptero.
A idéia por trás do projeto busca solucionar um problema antigo e simples: quando um helicóptero convencional voa mais rápido, há um aumento de sustentação nas pás que avançam e uma diminuição na sustentação das pás que retornam. Isso gera um desequilíbrio (tendência à rolagem) que tem de ser contornado pelos movimentos de subida e descida das pás (você não nota, mas durante o giro das pás, em qualquer helicóptero, há um movimento sincronizado de elevação e rebaixamento das pás para corrigir isso), mas isso limita a velocidade máxima dos helicópteros.
O conceito ULOR ("Unloaded Lift Offset Rotor" - nome desse conceito da Boeing sobre as asas afixadas em helicópteros) contorna esse problema porque as asas fixas geram sustentação, o que diminui a carga do rotor.
Além disso, ele compreende uma modificação nos ângulos de ataque (ângulos nos quais os rotores "cortam" o ar) para que sejam equalizados entre as lâminas que avançam e retrocedem.
Essas duas características devem permitir que os helicópteros usando esse sistema possam desenvolver mais velocidade, segundo a patente (veja a patente original da Boeing neste LINK).
Essa síndrome não tem nada a ver com doenças... A Síndrome de Kessler (Kessler Syndrome) é um cenário proposto pela NASA no qual o volume de detritos espaciais em órbita terrestre seja tão grande que objetos em órbita seriam frequentemente atingidos por esses detritos - o que geraria mais detritos, e aumentaria ainda mais o risco de futuros impactos.
Essa reação em cadeia poderia, teoricamente, impedir a exploração espacial - e até mesmo o uso de satélites, no futuro... Afinal, mesmo uma partícula do tamanho da cabeça de um alfinete pode danificar ou mesmo destruir um satélite ou uma espaçonave, pois muitos detritos permanecem voando a velocidades superiores a 30.000km/h.
O lixo espacial é composto das mais variadas coisas, desde satélites desativados e estágios inteiros de foguetes a parafusos, estilhaços criados por explosões, cascas de tinta, ferramentas perdidas por astronautas e uma infinidade de pequenos objetos e partículas.
A maioria dos detritos espaciais atualmente em órbita foi criada por explosões - intencionais ou não - de satélites e foguetes: aproximadamente 100 toneladas de fragmentos gerados por cerca de 200 explosões espaciais continuam em órbita.
Um dos mais graves incidentes de criação de detritos ocorreu em janeiro de 2007, quando o governo chinês explodiu um de seus satélites em órbita, para testar um míssil anti-satélite. Essa explosão, sozinha, criou mais de 800 pedaços "detectáveis" de detritos (partículas muito pequenas não são rastreáveis). Mais recentemente, em janeiro de 2008, um míssil americano também destruiu um satélite antigo, mas a posição em que o satélite se encontrava fez com que a maior parte dos detritos reentrasse na atmosfera em questão de semanas...
Atualmente existem mais de 600.000 objetos com pelo menos 1cm em órbita...
Quando detritos colidem entre si, eles muitas vezes são fragmentados em outros pedaços - e esses novos detritos acabam colidindo com outros, replicando o processo. Esse é o perigo da Síndrome de Kessler: talvez um dia não possamos mais manter um satélite em órbita por muito tempo, antes que ele seja destruído.
Fora os danos aos satélites e naves espaciais, há também o risco de danos aqui na Terra. Atualmente têm ocorrido incidentes com lixo espacial que reentra a atmosfera sem controle e coloca vidas em risco.
Um exemplo recente ocorreu com um Airbus A340 da Lan Chile, voando entre Santiago (Chile) e Auckland (Nova Zelândia), no início de 2007, quando pedaços de um satélite russo passaram perigosamente perto do avião antes de caírem no Oceano Pacífico.
Por sorte, há apenas um caso documentado de pessoa atingida por lixo espacial: uma mulher americana, de Oklahoma, foi atingida no ombro por um pedaço do tanque de combustível de um foguete Delta II (ela sobreviveu).
Pelo perigo - presente e futuro - dessa situação, várias nações do mundo têm discutido a questão do lixo espacial, para que métodos e limites sejam criados e obedecidos por todos, limitando assim a proliferação de lixo espacial "novo".
Os dejetos que já estão em órbita, contudo, além de serem monitorados (especialmente pela Agência Espacial Européia, pela NASA e pela Força Aérea Norte-Americana) têm inspirado a criação de soluções inovadoras para a "limpeza" da órbita terrestre. Alguns métodos propostos são (veja a figura ao lado - clique para ampliar):
1. Aerogel - painéis enormes de um material semelhante ao poliestireno seriam colocados em órbita; eles receberiam os impactos e acumulariam os detritos e, quando "carregados" o suficiente, seriam trazidos de volta à Terra, sendo destruídos na reentrada.
2. Lasers - uma solução teórica (mas não viável, atualmente) seria a colocação de canhões laser em órbita, que poderiam atirar nos detritos e fazê-los modificar suas órbitas (modificando-as para que reentrassem na atmosfera).
3. Coletor orbital - engenheiros da Universidade do Arizona propõem que seja construída uma espécie de nave não-tripulada, guiada por radares e câmeras, e equipada com braços robóticos para coletar os detritos e destruí-los.
4. Redes - Um sistema chamado "GRASP" (de 'grapple, retrieve, and secure payload') usaria uma grande rede conectada a cones infláveis para agarrar detritos. Segundo uma empresa que está testando o sistema, uma frota de micro-satélites equipados com GRASP poderiam voar ao encontro de nuvens de detritos, aprisionando-os antes que causem mais danos.
5. Espuma - segundo a NASA, um painel maciço de espuma porosa poderia ser colocado no caminho em que dejetos passarão - e esses dejetos diminuirão de velocidade ao atravessa a espuma, que faria com que eles reentrassem na atmosfera e fossem destruídos.
6. Condutores - cabos condutores de cobre ou outros materiais condutores poderiam ser instalados em satélites antigos e, uma vez estendidos, eles reagiriam com o campo eletromagnético da Terra e se tornariam uma espécie de âncora supercondutora, que diminuiria a velocidade orbital do satélite e faria com que se precipitasse no inferno da reentrada.
De qualquer maneira, esses são planos teóricos para o futuro. Atualmente só nos resta não aumentar a quantidade de lixo orbital - e desviar dos pedaços quando possível.
Neste outro POST nós mostramos um aplicativo da NASA para que você possa rastrear satélites (ativos ou inativos), mas ele não mostra o lixo espacial.
Se você tiver o Google Earth instalado no seu computador e quiser ver toda a camada de lixo espacial na órbita terrestre, há um aplicativo grátis interessante: o Space Junk Catalog (para baixar o arquivo tipo KMZ, use este LINK), desenvolvido por Saso Sedlacek.
Essa imagem acima é do Google Earth usando o layer do Space Junk Catalog.
Eu testei, e é legal... Usando o Google Earth, que é fácil de manusear, você vê o lixo espacial em órbita, e acessa informações clicando nos objetos.
O Immersive Cocoon é um conceito de casulo de imersão, onde o usuário pode efetivamente 'sentir' a realidade virtual.
Esse design foi feito por Tino Schaedler, e tem como componente principal o sistema de monitoramento de movimentos em 3D que inspirou o filme Minority Report. Usando esse sistema de monitoramento, qualquer movimento corporal é interpretado pelo i-Cocoon, que projeta em seu domo coberto de LEDs respostas visuais e sonoras imediatas. Por exemplo, se o usuário está inserido em um cenário em que está nadando com águas vivas, qualquer movimento do seu corpo fará com que as águas vivas projetadas respondam a esse movimento em tempo real - em qualquer ponto em que o usuário olhe...
A idéia é abandonar o conceito de interação com a realidade virtual através de mouses ou touchscreen, e transformar o corpo todo do usuário em uma plataforma de interação.
10 coisas sobre o Large Hadron Collider que você (provavelmente) não sabe...
1. Bom, em primeiro lugar, por que ele é chamado de Large Hadron Collider?
Essa é fácil: o Large Hadron Collider (Grande Colisor de Hadrons, em português) é realmente grande. Ele é um enorme túnel circular com circunferência de 27km, enterrado no solo a 100m de profundidade....
Quanto ao termo 'Hadron': em física de partículas, hadron é uma família de partículas subatômicas, que compreende os prótons e os nêutrons, entre outras partículas.
Finalmente, o termo 'Collider' (ou 'Colisor') vem do fato de que o LHC acelera feixes de prótons em direções opostas, e os faz colidir - e assim obter informações sobre o resultado dessas colisões.
2. Por que ele está enterrado?
A proteção conferida pela terra e pelas rochas sob as quais o LHC está enterrado é importante para que a radiação natural não influa nos detetores dos equipamentos do LHC.
E, claro, tem o fato de que o LHC usa o túnel que havia sido escavado originalmente para um outro colisor, cujo projeto foi abandonado em 2000 (ele se chamava Large Electron Positron Collider).
3. A Lua influi no LHC.
Essa é boa. Assim como a lua causa as marés, a crosta terrestre também sofre influência da Lua. Quando a Lua está cheia, a crosta terrestre efetivamente levanta cerca de 25cm...
Esse movimento natural da crosta terrestre faz com que a circunferência do LHC varie 1mm - mas isso é o suficiente para que os pesquisadores tenham que levar em conta essa variação durante os experimentos.
4. O LHC é um lugar REALMENTE frio.
O LHC também é o maior sistema de refrigeração do mundo, que mantém temperaturas inferiores a 1.9 K (-271.3°C).
Para manter os equipamentos supercondutores funcionando, o LHC precisa manter essas temperaturas extremamente baixas (ou a supercondutividade não acontece). Para isso, são utilizadas 10.000 toneladas de nitrogênio líquido (o que faz a temperatura dos ímãs atingir -193.2°C), e em seguida são adicionadas 90 toneladas de hélio líquido, e daí a temperatura cai mais ainda, e chega aos desejados -271.3°C.
5. O que é o CERN, afinal?
Em 1952, onze nações européias criaram um conselho para pesquisas nucleares, chamado 'Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire' (em francês) - o que gerou o acrônimo CERN.
Dois anos depois ele foi renomeado para 'Organisation Européenne pour la Recherche Nucléaire', ou Organização Européia para Pesquisas Nucleares - mas ninguém gostou das iniciais 'OERN', então permaneceram usando CERN, mesmo com o novo nome...
6. Quanto custou e quem pagou?
O LHC custou cerca de 5.5 bilhões de dólares, pagos pelas nações que fazem parte do Conselho Europeu para Pesquisas Nucleares - e por outras nações participantes, como os Estados Unidos, que contribuíram com 531 milhões de dólares.
O Brasil tem pesquisadores trabalhando no LHC, mas não contribuiu financeiramente para sua construção.
7. Quanto energia é necessária para operar o LHC?
São necessários 120 MW - aproximadamente o necessário para ligar 1.200.000 lâmpadas. O gasto anual de energia do LHC (estimado) é de 26.8 milhões de dólares.
8. Em termos de quantidade de dados, o que se espera obter do LHC?
Os experimentos do LHC necessitam que cerca de 150 milhões de seus sensores enviem dados 40 milhões de vezes por segundo. O fluxo de dados é de 700 megabytes por segundo, ou cerca de 15 petabytes por ano. Se fossem estocar esses dados em CDs, a pilha formada a cada ano seria de 20km de altura...
Para lidar com essa quantidade de dados, o CERN construiu uma espécie de internet privada, que conecta cerca de 80.000 computadores para análise dos dados.
9. A dúvida de muita gente: o LHC vai criar destruir o mundo?
Pessoas têm falado sobre as mais variadas formas de destruição pelo mundo através do LHC: micro buracos negros, strangelets, monopólos magnéticos e bolhas de vácuo (ou falso vácuo):
Micro buracos negros: basicamente, buraco negro é uma região do espaço em que a gravidade é tão forte que nada, nem mesmo a luz, consegue escapar - e são criados quando estrelas realmente grandes se consomem (o Sol não é considerado uma estrela grande... para a criação de um buraco negro seriam necessários pelo menos 10 sóis).
A possibilidade de que o LHC crie micro buracos negros é remota. E mesmo que fosse criados, seriam evaporados entre 10 e 42 segundos após surgirem. Esses micro buracos negros hipotéticos teriam entre 10 e 35 metros de diâmetro, e muito pouca massa (mesmo que tivessem a massa do Monte Everest, continuariam tendo esse tamanho pequeno). Eles teriam dificuldade de "engolir" um único próton, então nem se fala quanto a engolir o planeta...
Strangelets: Como você deve ter visto no link para a wikipedia, acima, são pequenos fragmentos de 'matéria estranha'. Eles tornariam qualquer coisa que os toque em strangelets também... Parece coisa de ficção, mas não é. O ponto é que ninguém nunca viu um strangelet - ele é uma partícula hipotética.
Monopólos magnéticos: são partículas hipotéticas com carga magnética única, com apenas um pólo (daí o nome) positivo ou negativo, mas nunca os dois. Essas partículas teriam a capacidade de destruir prótons... Apesar de serem buscados há muito tempo, nenhum físico conseguiu encontrá-los - provavelmente porque têm massa tremendamente grande, e daí nunca puderam ser produzidos em experimentos.
Bolha de vácuo: é uma teoria interessante da física quântica que propõe que tudo no universo está fora da configuração mais estável possível, e daí que perturbações causadas pelo LHC poderiam nos 'empurrar' para um estado mais estável - fazendo com que tudo o que conhecemos seja modificado e, claro, que todos sejamos mortos. O ponto é que a mesma teoria que propõe a possível existência dessa 'bolha de vácuo' explica que qualquer aumento no tamanho da bolha iria diminuir proporcionalmente sua energia potencial...
Seja como for, se qualquer um desses eventos fosse ocorrer, ele já teria ocorrido naturalmente, por ação da radiação cósmica...
10. Posso dar uma mãozinha aos caras do LHC?
Pode! O projeto LHC@home utiliza qualquer computador do mundo para auxiliar na análise dos dados coletados pelo LHC. Enquanto você não estiver usando a capacidade de processamento do seu computador, um sistema do CERN passa a utilizá-lo para processar os dados deles. Ou seja, você ajuda cedendo a capacidade ociosa do seu computador... Se você quiser entrar nesse projeto, dê uma olhada neste LINK.
FoilJet MR1 é um design que mescla um jetski com um hidrofólio (que é, basicamente, um aerofólio para água), o que resulta em menor área em contato com a água - daí menor atrito e maior velocidade.
Os hidrofólios são retráteis, de forma que é possível recolhê-los quando navegando em águas rasas.
Esse veículo, desenhado por Matt De Bellefeuille, é elétrico e tem preço sugerido de 15.000,00 dólares.
Como se não bastasse o Google seguir com seus planos de dominação mundial pelo espaço (veja esse POST anterior), agora ele estão pensando em invadir outras praias...
Parece coisa de ficção-científica, mas não é. Esse desenho acima mostra o detalhe de uma patente depositada pelo Google sobre um possível data center a ser construído no mar!
Pelo jeito, a idéia deles é que o movimento da embarcação e das ondas alimente geradores, que darão energia para os equipamentos do navio. E também utilizar a água do mar para resfriar os servidores.
Está começando a ficar preocupante o poder do Big Brother, hein?
A primeira imagem gerada pelo experimento de hoje no LHC
Continuando com o nosso "LHC day", vai aqui a primeira imagem produzida pelo experimento de hoje.
Como vocês sabem, hoje não houve colisão entre partículas: estava prevista apenas a circulação, nos dois sentidos, de feixes de prótons (cada um circulando sozinho, desta vez) para testar o equipamento e iniciar a operação de forma segura.
Essa imagem representa o momento em que alguns dos primeiros prótons acelerados colidiram e foram absorvidos por um equipamento de medição dentro do LHC (a colisão ocorreu em velocidade próxima à da luz).
No momento dessa colisão dos primeiros prótons com o equipamento de medição (colimador), foi produzida a "chuva" de detritos gravada nessa imagem.
Veja esse vídeo produzido minutos atrás:
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Encerrada a transmissão ao vivo às 13:00h (horário brasileiro)
Assista ao vivo o primeiro teste no Large Hadron Collider. Clique no botão play, acima à esquerda.
Devido ao alto volume de tráfego previsto para hoje, é provável que os servidores do CERN fiquem lentos... Por isso, se as imagens demorarem para carregar, não desista.
Update: Os servidores do CERN estão literalmente entupidos desde as 3:30h da manhã... As imagens da sala de controle Atlas, por outro lado, estão sendo transmitidas e atualizadas a cada dois minutos. Para acessar a mais recente, clique na imagem abaixo (abre em outra janela).
Update 2: São 5:15h e os servidores continuam fora do ar pelo excesso de visitas.
Update 3: A transmissão foi normalizada...
Alternativamente você pode acompanhar (em inglês) o que está acontecendo no LHC através da transmissão da BBC Radio 4 - usando Real Player ou Windows Media Player, simplesmente digite o endereço da rádio no sintonizador: http://www.bbc.co.uk/radio4/
A revista americana Esquire lançou uma novidade na última edição: a primeira capa com E-Ink da história.
E-Ink é um tipo de "papel eletrônico" feito de milhões de micro-cápsulas contendo partículas coloridas com cargas elétricas diferentes para cada cor, suspensas em um fluido incolor. Veja a figura abaixo:
Através de alterações no campo elétrico que serve de base para o material, determinadas partículas (e, portanto, determinadas cores e formas) ficam visíveis, e mudam conforme a orientação elétrica com campo.
No caso da capa da Esquire, foram inseridos em cada revista dois displays (um para a capa e outro para uma propaganda da Ford), controlados por uma pequena placa de circuitos e seis pequenas baterias, que garantem os efeitos visuais por pelo menos noventa dias.
Veja abaixo a E-Ink funcionando na Esquire.
Para saber mais sobre E-Ink, dê uma olhada wikipedia (em inglês) ou na página do fabricante, neste LINK.
A Apple admitiu que um inglês teve participação no desenvolvimento do extremamente lucrativo iPod, contudo ele não recebeu dinheiro algum pela sua invenção.
Em 1979 o Sr. Kane Kramer depositou um pedido de patente para um tocador digital com capacidade para armazenar três minutos e meio de música em um chip.
O Sr. Kramer montou uma empresa para lançar comercialmente o IXI (o player), mas a proteção conferida pela patente perdeu o efeito em 1988, quando ela não foi renovada (por falta de capital), e a tecnologia caiu no domínio público. Por causa da falta de patente válida, o Sr. Kramer não recebeu nem um centavo pela venda de nenhum dos 163 milhões de iPods vendidos até agora.
Acontece que recentemente a Apple contratou o Sr. Kramer como um consultor para auxiliar a empresa a se defender de uma ação judicial movida pela empresa Burst, que reclamava na justiça que os iPods infringiam patentes de seus produtos. A vida é cheia de voltas, hein?
Essa ação judicial foi extinta através de um acordo extra-judicial entre a Apple e a Burst, após dez horas de depoimento do Sr. Kramer. E agora a Apple e o inglês estão negociando um pacote de compensação que lhe dará crédito pelo desenvolvimento de um produto décadas a frente do seu tempo.
Atualmente o Sr. Kramer está trabalhando no desenvolvimento de um equipamento que grava ligações telefônicas e envia o arquivo de áudio via email, e que será utilizado para reuniões de negócios e entrevistas.
Aqui vai mais um prego no caixão da nossa privacidade...
Foi lançado no sábado o satélite GeoEye-1, que é o satélite comercial de mais alta resolução orbitando o planeta até o momento. Na verdade ele não é um satélite comercial qualquer: ele é inteiramente controlado pela Agência de Inteligência Geoespacial do Departamento de Defesa dos EUA. E por dois caras chamados Larry e Sergei.
Como parte do programa NextView da Agência, o GeoEye-1 – que é do tamanho de uma picape – foi lançado no sábado em um foguete Delta II 7326, a partir da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia. Horas mais tarde, a estação terrestre do GeoEye na Noruega confirmou que o foguete deixou a carga exatamente no objetivo. O satélite estava vivo e operante, orbitando a 680 km acima da Terra.
Construído pela General Dynamics, o GeoEye-1 é equipado com uma câmera de próxima geração feita pela ITT. Esta câmera pode facilmente distinguir objetos com 40cm de comprimento com 11 bits por cor de pixel. Em outras palavras, esta coisa pode enxergar a cor da sua bermuda.
Obviamente, não há nada de novidade nesta notícia até você notar o gigantesco logo do Google no foguete, indicando que Sergei e Larry detêm os direitos exclusivos das imagens do GeoEye-1.
Isso mesmo, nenhuma outra empresa terá acesso a estas informações, só o Google. E elas estarão lá, disponíveis para o público no Google Maps e no Google Earth.
Precisando de uma "mãozinha"? Essa mão artificial, que pode ser acoplada ao seu braço direito, tem movimentos independentes (ativados pelos músculos abdominais e das pernas) e até mesmo um sistema rudimentar que imita o sentido de tato. Ela não é desenhada para substituir um membro faltante (como uma prótese), mas sim para ser utilizada como um membro extra.
Se esse conceito for alterado para funcionar com ondas cerebrais, no futuro, eu tenho a impressão de que vários empregadores ficarão felizes... Imagine só se cada funcionário ganhar uma mão extra - a produtividade aumenta drasticamente. Pensando bem, já não estou gostando desse equipamento...
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Veja as formas interessantes desse carro-conceito projetado por Mihai Stamat. O "2030" é um projeto conceitual sobre como devem ser os veículos ecológicos do futuro (futuro próximo, espero).
Propulsão elétrica alimentada pelo sol, interior ergonômico, capacidade de diminuir de tamanho para trafegar em cidades (fora do ambiente urbano, ele fica mais comprido) - ele é a materialização de tudo o que nós não temos hoje.
Apesar da aparência bizarra, ele é chamativo. Quase bonito, eu diria.
Vamos torcer para que veículos com essas características sejam o mainstream da indústria automotiva no futuro. O planeta agradece - e se a aparência for um pouquinho menos extravagante, nós também...
O Homestar Spa, da Sega Toys, é um planetário para sua banheira - ele projeta estrelas nas paredes.
Ou, se você preferir, ele tem outras opções: Rose Bath e Deep Ocean (o Deep Ocean projeta imagens marinhas, como a arraia da foto, no fundo da banheira; o Rose Bath dá uma coloração bonita e diferente para a banheira, como se a água fosse rosa - essa é boa para garotas... eu fico com as outras possibilidades).
O planetário flutua na água e emite luz para as paredes ou para o fundo, dependendo da posição em que você o deixar.
Ele é vendido com os três domos gráficos neste LINK. Custa 99 dólares lá fora.
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Quando você pensa em airbags a imagem que vem à mente é daqueles airbags comuns de automóveis, certo? Mas existem várias outras finalidades de uso da mesma técnica...
Por exemplo, várias sondas espaciais usam airbags para amenizar o impacto com o solo na hora do pouso. E a Bell Helicopters resolveu patentear um sistema de airbags para helicópteros, para situações em que um pouso forçado é inevitável.
Como você vê na imagem, a parte inferior do helicóptero será protegida por airbags, que serão rapidamente esvaziados no momento do impacto, reduzindo os danos tanto na estrutura do equipamento quanto aos ocupantes. A patente prevê, ainda, que esses airbags possam ser enchidos novamente, após o impacto, para utiliação em pousos forçados na água (fazendo com que eles se transformem em flutuadores).
Será que funciona? Vamos ver...
Se você quiser ver a patente original desse equipamento, clique neste LINK.
Logo após a decolagem desse F16 a turbina suga um pássaro, e ele perde propulsão (preste atenção no começo do vídeo e veja o pássaro chegando).
Com a turbina destruída pelo pássaro eles não conseguem manter o avião voando, e tentam retornar ao campo de pouso. Interessante ver que apesar da respiração ofegante, o piloto (que nesse vôo estava com um instrutor sentado no assento traseiro) consegue manter a calma e levar o avião até uma área desabitada, quando então ambos ejetam.
Logo após o impacto com o pássaro você pode ouvir a frase "D-6 NL" sendo repetida, que significa que não há RPM no motor. Eles tentam religar duas vezes, mas não conseguem. Apesar de estar muito claro, no display você pode acompanhar a diminuição da velocidade do caça (na parte superior esquerda).
Quando o avião perde sustentação você escuta um deles repetindo "eject, eject", e eles deixam o avião. Aparentemente a torre de controle não entendeu, e na última frase da torre antes do impacto (mandando eles virarem para o norte) eles já não estavam no caça.
E neste próximo vídeo você pode ver imagens externas de um outro incidente semelhante. O momento em que o pássaro entra na turbina é aquele em que as chamas aparecem...
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Esse navio se chama FLIP (Floating Instrument Platform), e tem a notável característica de se encher parcialmente de água - e com isso afundar toda a parte traseira e inclinar-se 90 graus para cima. Veja uma animação da "virada", AQUI.
Ele é usado como plataforma de pesquisas oceanográficas sobre altura de ondas, sinais acústicos, temperatura das águas e coleta de dados meteorológicos.
O FLIP tem 108 metros de comprimento (17 metros, ou cerca de 5 andares, quando ele está "em pé") e 700 toneladas de deslocamento.
Esse navio não tem motores - para evitar interferências acústicas durante as pesquisas - então ele tem que ser rebocado até a área onde as pesquisas serão feitas, daí pode ser ancorado ou deixado à deriva.
Esse navio é operado por cinco tripulantes, e pode acomodar até onze cientistas em suas instalações: banheiros e mesas da cozinha, por exemplo, são duplicados - além de instalados no chão, como normalmente, são instaladas "cópias" nas paredes também (para que possam ser utilizados enquanto o navio está "em pé"). Outras partes das instalações são feitas de forma a girar junto com o navio.
Curiosamente, a "virada" é feita com todos os tripulantes e cientistas a bordo do navio: enquanto ele começa a virar, gradualmente o chão vai se tornando uma parede, e as paredes se transformam no chão...
Ele foi construído em 1962 (e modernizado em 1995) para o Laboratório de Física Marinha do Instituto de Oceanografia Scripps da Universidade da California.
Esse é o primeiro exemplar conhecido de filmagem com sonorização captada ao vivo, feito em 1894.
O autor do filme se chama William Dickson, e é ele mesmo que aparece tocando violino nas imagens. Para saber mais sobre esse filme, veja este artigo na Wikipedia: LINK
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O Google liberou o download do Chrome. Clique em uma das figuras para acessar a página de downloads do Google Chrome
Na tarde da terça-feira o Google liberou o download do navegador Chrome.
As informações abaixo foram publicadas originalmente na segunda-feira, antes do lançamento - e continuam aplicáveis.
Nesta semana o Google lança um novo browser - o Google Chrome, entrando na batalha dos navegadores que até hoje vem sendo vencida pela Microsoft (apesar da alta qualidade, o segundo colocado - Firefox - tem 18% do mercado...).
Alguns detalhes do navegador:
O Google Chrome é um navegador open source, baseado no gerenciador de conteúdo Webkit;
O navegador inclui um JavaScript Virtual Machine chamado V8 (para aumentar a velocidade do JavaScript no Google Chrome);
O Google Chrome utiliza abas especiais - ao contrário do Firefox, que coloca as abas abaixo dos botões, o navegador do Google vai ter as abas no topo da página;
A barra de endereços do navegador tem recursos de auto-completar (no que eles chamam de "omni-box");
Na página inicial haverá uma seleção de páginas mais visitadas, assim como algumas das pesquisas recentes do usuário, e dados de abas fechadas recentemente;
O Chrome tem uma espécie de "modo de privacidade", no qual o usuário pode abrir uma janela específica através da qual acessará qualquer conteúdo - sem que haja qualquer espécie de registro desse conteúdo no computador;
Ele permite que vários aplicativos sejam lançados à partir do navegador, sem que haja necessidade de utilizar a barra de ferramentas ou a barra de endereços;
O Google Chrome baixa automaticamente listas de sites perigosos ou suspeitos, para minimizar a possibilidade de ataques de malware e phishings; e
Como lembrou o leitor Sr. Porco nos comentários, as abas são processadas em threads distintas - uma não influencia a outra, de forma que se uma travar, as outras continuam funcionando sem sofrer alterações.
A NASA disponibiliza um aplicativo em Java para que qualquer pessoa possa rastrear todos os satélites que estão em órbita da Terra, chamado J-Track 3D.
É extremamente interessante, porque além de ser possível visualizar a "nuvem" de satélites ao redor da Terra (se movimentando em tempo real!), você pode selecionar qualquer satélite específico e obter informações sobre a órbita dele, assim como outros dados relacionados.
Por exemplo, clicando no Brasilsat B4, você fica sabendo em uma janela pop-up que ele é um satélite brasileiro de comunicações, lançado por um foguete Ariane 44P, à partir da Base de Kourou, na Guiana Francesa, às 23:16h do dia 17/08/2000, etc.
Para acessar, entre neste LINK ou clique na imagem. Uma página da NASA abrirá, e em seguida uma janela menor trará o JTrack. À partir daí você escolhe no menu o que quer fazer (dar zoom, escolher satélites pela lista, etc) ou pode clicar direto nos satélites ao redor da Terra (você pode também clicar no planeta, e mudar a posição de observação).
Enfim, dê uma olhada. É interessante.
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As fotos de aviões sempre apresentam perspectivas "clássicas", como de frente, de lado, etc.
E por baixo? É bem incomum...
Veja essa galeria interessante, cheia de imagens de "barrigas de aviões" (e tem também 3 ou 4 de frente - inclusive uma fenomenal de um Harrier). Use este LINK.
Pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveram um sistema de inteligência artificial que permite que helicópteros robotizados aprendam a fazer manobras de vôo apenas assistindo outros helicópteros demonstrando essas manobras.
O sistema de inteligência artificial usado nesses helicópteros "aprendeu" a voar e fazer manobras à partir da observação de um helicóptero de controle remoto pilotado por um expert. À partir do momento em que eles aprendem, eles desenvolvem suas próprias manobras.
A utilidade prática dessa técnica poderá ser a utilização de helicópteros autônomos para busca de minas terrestres, ou para monitoração de incêndios florestais, por exemplo.
Na foto acima você vê os helicópteros utilizados e a equipe de pesquisadores de Stanford.
Colisão de galáxias revela separação entre matéria escura e matéria 'normal'
Uma colisão gigantesca entre dois aglomerados de galáxias revelou o que parece ser uma separação entre a matéria 'normal' e a matéria escura. Os resultados corroboram uma observação feita durante uma outra separação parecida com essa que ocorreu no Aglomerado de Bullet (Bullet Cluster) e aumentou a compreensão sobre como a matéria escura interage com outras matérias e com ela mesma.
A matéria escura é uma matéria misteriosa que exerce força gravitacional em outras matérias, e que foi proposta inicialmente para explicar como se manteriam "unidas" as galáxias em rotação, como a Via Lactea. Observações sugerem que a quantidade de matéria escura no universo é seis vezes superior à quantidade da matéria normal - aquela que nós vemos e sentimos.
Mas ninguém sabe do que ela é feita - e usualmente a matéria escura está tão bem misturada à matéria normal que é impossível estudá-la individualmente.
Agora, nuvens isoladas de matéria escura têm sido observadas graças à colisão de duas enormes galáxias, ocorrida a 5,7 bilhões de anos-luz da Terra.
Coletivamente chamados de MACS J0025, os aglomerados colidiram de frente a milhões de quilometros por hora.
Observações com o Telescópio Espacial Hubble demonstraram que o MACS J0025 agiu como uma lente gravitacional, distorcendo a luz proveniente das galáxias que ficam atrás - e isso permitiu aos cientistas determinar a localização da matéria escura desse aglomerado (que transpôs sem impedimento a zona da colisão, enquanto os gases - presentes no aglomerado - foram freados).
Os pesquisadores acreditam que a separação ocorreu porque a matéria escura não sofre o arrasto ao que os gases se submetem, que é causado pela força eletromagnética entre os átomos.
Como a matéria escura não sofre interferência de forças eletromagnéticas, e parece interagir apenas através de força gravitacional, ela se separou dos gases e do resto da matéria presente na zona de colisão.
O kit multi-toque TouchKit da NOR_/D é 100% open source: tanto o hardware quanto o software são abertos a alterações por qualquer um que tenha habilidade em C++.
Ele foi anunciado para venda a US 1.580,00 - o que não é nada barato, considerando que o sistema, apesar de inovador, tem limitações... além de requerer um computador separado e um projetor externo. De qualquer forma, vale saber que ele está no mercado, e vamos prestar atenção às modificações que surgem daqui para a frente.
No site da NOR_/D tem mais informações e imagens. Acesse neste LINK.
Saturno é conhecido como o planeta dos anéis, mas muita gente não sabe que ele tem um hexágono no pólo norte...
Uma forma de colméia, com seis lados, com o tamanho de quatro planetas Terra, fica circulando no pólo norte de Saturno, e ninguém sabe exatamente por que.
As sondas Voyager 1 e 2 já haviam fotografado essa forma há mais de duas décadas, e a sonda Cassini capturou essas imagens que demonstram que esse fenômeno continua ocorrendo.
Imagem do hexágono de Saturno captada pela sonda Cassini.
"Essa é uma forma muito estranha, pela precisão geométrica dos seis lados retos e praticamente iguais," disse Kevin Baines, pesquisador do Laboratório de Propulsão a Jato (Jet Propulsion Laboratory), da NASA. "Nós nunca vimos nada assim em nenhum outro planeta. Na verdade, a atmosfera densa de Saturno é o último lugar em que você espera encontrar uma figura geométrica de seis lados, e mesmo assim ela está lá."
O hexágono é similar ao vórtice polar da Terra, onde existem ventos circulando a região polar. Só que em Saturno esse vórtice é hexagonal, ao invés de circular.
"É fenomenal ver as diferenças entre os pólos norte e sul de Saturno." afirmou o pesquisador Bob Brown, da Universidade do Arizona, em Tucson. "No pólo sul temos o que parece ser um furacão com um 'olho' gigante, e no pólo norte essa figura geométrica."
Veja à direita uma imagem do furacão no pólo sul de Saturno. O "olho do furacão" tem 2/3 do tamanho da Terra.
Aparentemente o hexágono manteve sua posição fixa em relação à velocidade e ao eixo de rotação de Saturno desde que foi avistado pela primeira vez pela sonda Voyager, 26 anos atrás.
Um proeminente astrobiólogo afirmou nesta semana que a NASA tem evidências de vida microbiana contemporânea em Marte, e que a divulgação dessa notícia foi freada por motivos políticos.
Em notícias circulando na Ásia - mas largamente ignoradas no Ocidente - Chandra Wickramasinghe, um respeitado astrobiólogo da Universidade de Cardiff, que também é um defensor da Teoria da Panspermia (segundo a qual elementos essenciais ao desenvolvimento da vida estariam presentes em várias partes do Universo, e que a Terra poderia ter desenvolvido vida ao receber esses elementos vindos do espaço), disse:
"A descoberta de água líquida em Marte, combinada com a descoberta anterior de substâncias orgânicas em um meteorito que veio do Planeta Vermelho, além da descoberta de gás metano na atmosfera marciana - tudo aponta para a existência de vida (contemporânea) - em Marte."
Wickramasinghe, que acredita que a primeira prova de vida microbiana em Marte foi obtida pela sonda Viking em 1976, atribui o segredo com que a NASA trata a questão da vida em Marte a "considerações políticas e sociológicas" que nada têm a ver com ciência: se a NASA admitir que já sabe (e já sabia) da existência da vida em Marte, não haveria mais necessidade de gastar as elevadas somas de dinheiro envolvidas nas missões a Marte - além disso, ao admitir que há vida, a recuperação de amostras de micróbios colhidos em Marte poderia ser impedida por temores de que algum vírus mortal possa ser trazido à Terra.
Eu concordo que a NASA pode esconder - e eventualmente esconde - informações. Mas nessa época de corte de despesas eu acho que o anúncio de vida em Marte seria a maior e mais legítima desculpa para que eles conseguissem verbas gigantescas.
Ou seja, independentemente de saberem ou não sobre a existência de vida microbiana em Marte, acho pouco crível que eles deixem de divulgar a notícia pelos motivos alegados por esse cientista.
A sempre ótima Smashing Magazine tem uma matéria mostrando uma coleção de fotos compostas pelo movimento do objeto fotografado. O "motion blur", como é chamado, transmite a idéia do movimento contido na imagem.
São fotos extremamente interessantes, e cada uma delas tem um link para a página de seu autor.
Essas imagens mostram um avião inflável da década de 1950 (clique para ampliar).
Esse avião foi criado para ser um "avião de fuga": se um soldado (ou espião) estivesse preso em terreno inimigo, os americanos poderiam lançar um desses (que, dobrado, era como um pacote grande) em algum campo ou clareira.
Depois de montado, o soldado ou espião poderia decolar usando alguma estrada ou mesmo um rio ou lago (havia a versão anfíbia) e fugir até alguma área mais segura.
O avião, que foi desenvolvido pela Goodyear, não foi produzido em massa por questões políticas.
Um fabricante de coletes à prova de balas testando sua nova criação: um casaco que não se parece em nada com os coletes estranhos que a polícia usa. O teste consiste em um tiro à queima-roupa de uma bala calibre 38.